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NEGÓCIOS. Carlos Costabeber e quatro fatores que contribuíram para como está o comércio de SM, hoje

“…Assim, apenas o Augusto Manica, o Rafael Isaia e eu, daquela geração, decidimos estudar (Direito e Administração) para assumir as empresas dos pais.

Dessa maneira, por falta de quem desse continuidade nos negócios das famílias, gradualmente os comerciantes preferiram se aposentar e fechar em definitivo as portas.

(2) ZONA DE CONFORTO: Na época, a concorrência era pequena, as margens de lucro muito altas, a demanda era crescente e o crediário começava a facilitar a vida dos lojistas e dos compradores (o tempo das “duplicatas”).

Santa Maria vivia uma euforia muito grande, com a instalação da UFSM e a chegada de novos quartéis e da Base Aérea. Então, o que se ouvia entre os comerciantes era que a cidade tinha “13 safras” todos os anos (os 13 salários do funcionalismo público e militares). Então, por que se preocupar???

Essa zona de conforto teve sérias consequências, pois eles “pararam no tempo”, abrindo espaço para a concorrência que estava chegando a cidade…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo “A “descomercialização” de Santa Maria (2)”, de Carlos Costabeber – graduado em Administração e Ciências Contábeis pela UFSM (instituição da qual é professor aposentado), com mestrado pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo, com especialização em Qualidade Total no Japão e Estados Unidos. Presidiu a Cacism, a Câmara de Dirigentes Lojistas e a Associação Brasileira de Distribuidores Ford. É diretor da Superauto e do Consórcio Conesul.

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