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Coluna Observatório. É o que restou
Depois de muito nheco-nheco, desnudou-se o interesse dos parlamentares federais. Salvo a minoria sem voto, todos querem mesmo é que tudo continue como está. Logo, pra quê reforma política?
Então, fica combinado assim: se for possível, nem mesmo a fidelidade partidária será consagrada. Vai que o Supremo não dê bola para o que o Tribunal Superior Eleitoral já interpretou – concedendo os mandatos aos partidos, e não ao candidato. Aí, fica perfeito.
Sim, porque depois de toda a pantomima das duas últimas semanas, na prática, só a fidelidade partidária é que ficou restando, para discutir na proposta de reforma política. Eitcha, Brasil!





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