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ESTADO. Casa de Saúde deixa de receber R$ 300 mil por mês e já “corta” pessoal e suspende investimentos

As consequências da redução dos recursos repassados pelo Estado, inclusive o corte dos incentivos acordados ainda no ano passado (e que significam R$ 300 mil mensais a menos) já são sentidas na Casa de Saúde, em Santa Maria. A instituição já está “enxugando” seu quadro de pessoal e suspendeu investimentos que estavam programados.

Tudo isso foi dito pela administradora da Casa de Saúde, a irmã Ubaldina Souza e Silva, que também relata terem os médicos reduzido os atendimentos por conta do atraso de pagamento. Tudo isso você encontra em material publicado originalmente na versão online do jornal A Razão, que traz também informações sobre a situação de outros hospitais gaúchos, que passam por dificuldades por conta da redução dos repasses do Governo do Estado.A reportagem é de Fabrício Minussi e Thammy Spencer, com foto de Gabriel Haesbaert. A seguir:

Irmã Ubaldina: hospital confirma e lamenta o corte de mais de R$ 300 mil em verbas
Irmã Ubaldina: hospital confirma e lamenta o corte de mais de R$ 300 mil em verbas

Casa de Saúde recebe repasse sem os incentivos

Hospitais filantrópicos e santas casas do Rio Grande do Sul estão na expectativa de quando o Estado poderá pagar a complementação de recursos ao que o governo federal destinou ao setor por atendimentos de média e alta complexidades prestados em maio. “Já foram pagos 80% da produção”, informa o presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do RS, Francisco Ferrer. Restariam 20%, além de recursos de programas específicos, de R$ 70 milhões, como o destinado a gestantes. “Isso tem repercussão imediata nos hospitais”, assegura. No total, seriam R$ 84 milhões em créditos, que, segundo a entidade, ajudariam a amenizar a crise nas unidades…

Situação da Casa de Saúde

Em Santa Maria o Hospital Casa de Saúde (HCS) recebeu, no início da semana, repasse do governo do estado de pouco mais de R$ 600 mil reais, referentes aos atendimentos prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no mês de abril. Com isso, fica confirmado o corte do pagamento dos incentivos, medida anunciada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). O hospital deixa de receber, mensalmente, mais de R$ 300 mil para custeio.

O dinheiro que entrou na conta do HCS, segundo a diretora da Associação Franciscana de Assistência à Saúde (Sefas), irmã Ubaldina Souza e Silva, serviu para pagar parte da folha atrasada dos funcionários. O quadro de funcionários está sendo enxugado e médicos estão deixando de atender devido ao atraso no pagamento dos vencimentos. A quantidade de internações já caiu pela metade e investimentos na expansão do hospital estão suspenses.

A diretora da sefas também recebeu, nessa semana, as visitas do deputado estadual Jorge Pozzobom (PSDB), do vereador Pastor João Chaves (PSDB) e de integrantes do Conselho Municipal de Saúde (CMS), que manifestaram apoio à instituição. “A situação está cada vez mais difícil”, alertou a religiosa…”

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