Claudemir PereiraInternet

DO FEICEBUQUI. Proliferação dos ‘bundinhas’, a CPI da Saúde e a mentira do “desenvolvimento”. E mais…

O editor tem publicado observações curtas (ou nem tanto) no seu perfil do Feicebuqui que, nem sempre, são objeto de notas aqui no sítio. Então, eventualmente as reproduzirá também para o público daqui. Como são os casos desses textos, que foram postados na rede social nas últimas horas – inclusive os de Cadré Dominguez, Tiago Aires e Sérgio Blattes. Confira:

OS BUNDINHAS

Impressionante como prolifera (imagino que sejam “os tempos que correm”) um determinado tipo de pessoas que se consideram iluminadas.

Elas existem na política, na economia e, sim, muitos há também no jornalismo.

São o que, antanho, lá quando eu era criança e adolescente, a gente chamava de “bundinhas”.

Cruzes, como há bundinhas por aqui, por ali, por acolá.

feicebuqui marcelo tiago airesA PRIMEIRA…

…adesão à CPI da Saúde, requerida pelo militante Tiago Aires: 

No sábado pela manhã encontrei o Vereador Marcelo Zappe Bisogno (PDT) no Calçadão de Santa Maria e falei do Pedido de CPI da Saúde que eu havia encaminhado à Câmara e da importância de uma apuração das possíveis irregularidades. Conforme havia se comprometido, hoje pela manhã o vereador assinou (foto) o requerimento.

O primeiro passo já foi dado, agora a tarefa é ir buscar junto aos outros vereadores as assinaturas necessárias.”

CLIQUE AQUI PARA CONFERIR O REQUERIMENTO ORIGINAL DA CPI DA SAÚDE

O “MODUS OPERANDI”…

…da destruição do ambiente em nome do “progresso”. A reflexão sentida é de Cadré Dominguez:

“Na quinta e sexta-feira passada participei de seminário na UFRGS sobre a questão ambiental, conflito e jornalismo. Depois de ouvir dezenas de palestrantes de todos os cantos do Brasil, onde fazem jornalismo de alta qualidade, uma triste constatação. Sempre usando a mentira do “desenvolvimento” e “progresso”, populações são dizimadas, culturas extintas, ambiente destroçado, riquezas em matérias primas surrupiadas. E são sempre os mesmos culpados: a corporação governo (federal,estadual e municipal), grandes empresários, sistema financeiro e empresas de comunicação.

As ações são tão iguais e os prejuízos sócio-ambientais tão idênticos que pode-se falar de um modus operandi da destruição do país.E, na parte que me toca, com raras e honrosas exceções, os meios de comunicação são míopes e enxergam todos estes conflitos apenas com os óculos da economia. Nada vale, se não enaltecer os deuses do mercado. Pena que não vai sobrar nada.Nem água, nem comida.”

UMA REFLEXÃO…

…interessante (e pra pensar, mesmo), feita por Sérgio Blattes:

“A política fica obscurecida qdo quer separar os inteligentes num lado e imbecis no outro. Eles existem nos dois lados.”

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Um Comentário

  1. Editor adora rótulos e adjetivos. “Incentiva o debate”. Ou acha que está sempre certo, ou acha que todos têm opinião e todas têm o mesmo valor. Nos dois casos, o adjetivo que cabe é o mesmo.

    “O verdadeiro desastre começou com aquilo que hoje designamos “progresso” e “desenvolvimento”. O pensamento básico deste novo contexto cultural faz com que queiramos sempre atingir eficiência máxima em todos os nossos empreendimentos, eficiência esta, medida em termos de fluxo de dinheiro apenas, e quase nunca em termos de harmonia, sustentabilidade, integração, beleza, riqueza, de vida, etc. ” in “O fogo no pantanal”, 1988, José Antônio Lutzenberger.

    Teria o assunto sido discutido no tribunal ou foi uma conclusão monocrática?

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