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MARIA DA PENHA. Para lembrar a Lei, Câmara realiza encontro em que debate Mulher nos espaços de Poder

“Me entristece é nos termos que ter lei para resguardar nossos direitos”, disse a presidente do Conselho dos Direitos das Mulheres, Jane Sassi
“Me entristece é nos termos que ter lei para resguardar nossos direitos”, disse a dirigente do Conselho dos Direitos das Mulheres, Jane Sassi

Por CLARISSA LOVATTO e KAROHELEN DIAS, com foto de CAROLINA ESCHER, da AICV

Na tarde desta segunda-feira (22), a Câmara Municipal de Vereadores sediou o evento “ Dez anos da Lei Marinha da Penha e a Participação da Mulher nos Espaços de Poder e Decisão”, organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social e o Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres. A iniciativa celebra os dez anos da Lei Maria da Penha através da Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006.
Inicialmente, a Presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres, Jane Sassi, destacou que há mais de 40 exerce o voluntariado e faz quatro meses que está na presidência do Conselho. “Hoje posso dizer sinceramente que estou com dupla emoção. Uma emoção de ver mulheres preocupadas com mulheres que necessitam de nós. Me entristece é nos termos que ter uma lei para resguardar nossos direitos”, enfatizou.
Logo após a abertura do evento, a vereadora Sandra Rebelato palestrou a respeito dos Dez Anos da Lei Maria da Penha. “Quando me aposentei da defensoria, fundei, no ano de 2000, um clube de Lions de associadas mulheres para buscar alternativas na qualidade de vida. A partir de 2006, passei a fazer palestras em todos os lugares porque era a maneira necessária para levar a lei ao conhecimento das pessoas”, comentou. Rebelato observou que uma grande vitória foi trazer a própria Maria da Penha a Santa Maria para falar sobre a grande violência sofrida por parte do então marido, o qual tentou assassiná-la. Lembrou que, durante dezenove anos, Maria da Penha buscou junto a ONU, organismo que recomendou ao Brasil medidas para proteger as mulheres e punir os agressores e, no dia 7 de agosto de 2006, houve aprovação da lei para punir os autores da violência no ambiente familiar. A vereadora observou que a lei sintetiza todo esforço da Maria da Penha que lutou a vida inteira para garantir seu direito. “A legislação criou medidas de prevenção, proteção e assistências às mulheres”, ponderou, acrescentando que a lei Maria da Penha veio para empoderar as mulheres
Sandra observou que Santa Maria é uma cidade vanguardista ao contar com Juizado Especial contra a Violência Doméstica, cujo titular é o juiz Rafael Pagnon Cunha. Observou que a efetivação do Juizado demorou dez anos, lembrando que as primeiras solicitações para viabilização de um cartório específico datam de 2006.
A fonoaudióloga Carla Viegas falou sobre Comunicação e Resultados. “Não chegamos a resultados nenhum se não tivermos comunicação. Se pensarmos diferente, vamos entender que a fala não é apenas na estruturação do pensamento, mas na forma de comportamento e de vivencia. Nossa fala precisa ser próxima a nossa vivencia. A palavra nasce na emoção no sentimento”, mencionou.
Após o coffee break, a Life-cohaching Cátia Ferreira tratou sobre a “Persuasão Feminina nos espaços de poder e decisão”. Ao encerrar o evento a parlamentar Sandra Rebelato, juntamente com a equipe da Câmara, realizou a entrega das obras Premiadas pela Lei do Livro.

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