Claudemir PereiraInternet

DO FEICEBUQUI. O que sobrevive é a versão, e não o fato. E Nassif, os atores midiáticos do Direito e Renato

O editor tem publicado observações curtas (ou nem tanto) no seu perfil do Feicebuqui que, nem sempre, são objeto de notas aqui no sítio. Então, eventualmente as reproduzirá também para o público daqui. Como são os casos desses textos, que foram postados na rede social nas últimas horas – um deles do amigo Paulo Caetano. Confira:

O FATO?

Ora, o fato. O que interessa (e sobrevive) é a versão!

A questão então, passa a ser outra: quem oferece a vencedora. Normalmente é o grandão.

Mas isso está mudando. Aos poucos. Bem devagar. Mas sempre.

feicebuqui nassifSEMPRE NA MINHA OPINIÃOZINHA

O jornalista que melhor consegue avaliar, juntando passado, presente e futuro, a situação do Brasil, longe dos demais, é Luis Nassif.

São análises precisas e que deixam espaço para a discordância. Mas com uma qualidade em falta no jornalismo brasileiro: o didatismo.

Ajuda muito, eu diria até que isso é fundamental para a qualidade dele, o conhecimento acima da média que ele tem de política, economia e ciências jurídicas.

Mas, como eu disse, é só minha opiniãozinha.

feicebuqui renatoE NÃO É QUE É?!

Do Juremir Machado, do Correio do Povo e da Rádio Guaíba, no tuíder:

“Vida de Renato é um reloginho: uma temporada treinando o Grêmio, outra descansando no Rio de Janeiro esperando para treinar o Grêmio.”

A CORRETA…

…avaliação de um sempre magistrado, Paulo Afonso Caetano, sobre os tempos que correm:

“DIREITO PENAL. Para o delegado indiciar alguém precisa prova da materialidade do fato (e que ele constitua crime) e elementos indicativos da autoria. Para o promotor denunciar é preciso, além disso, não ocorrência de excludente do crime. Para o juiz condenar é preciso prova indiscutível da materialidade e da autoria, e ausência de excludente de crime. Mas aos atuais atores midiáticos do direito não precisa fato para indiciar, denunciar e condenar. Basta a convicção de que houve o fato, a convicção sobre a materialidade, e convicção de quem seja o suposto autor. Tempos miseráveis para a civilização!”

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3 Comentários

  1. Ideologia do Nassif é o bolso.
    Já no Grêmio o problema é outro. Brigas políticas internas. Enquanto isto não se resolver nada de títulos.

  2. Com certeza Nassif é inteligente.

    Com certeza Nassif manipula o seu didatismo para encaixar os fatos às versões … da ideologia dele.

    Aí entramos na seara da desonestidade intelectual. O intelecto que serve à ideologia, não à realidade. Isso desqualifica-o.

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