SALA DE DEBATE. Apoio conta voto ao apoiado? E as divisões partidárias a partir o final do MDB e da Arena

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SALA DE DEBATE. Apoio conta voto ao apoiado? E as divisões partidárias a partir o final do MDB e da Arena - sala-7

Giorgio Forgiarini e Eduardo Rolim fizeram produtivo debate acerca dos partidos políticos e sua influência ou não (foto Gabriel Cervi Prado)

Um programa essencialmente político. É o que foi o “Sala de Debate” desta quinta-feira pós feriado, na Rádio Antena 1. Com a mediação deste editor, papearam, com a intervenção também dos ouvintes, os convidados Eduardo Rolim e Giorgio Forgiarini.

Dois temas predominaram. Um de natureza bem local, foi a importância (ou não) dos apoios formalizados por alguns partidos e a posição de neutralidade de outros, em relação ao segundo turno da eleição. Afinal, alguma dessas decisões poderão ser importantes, meeesmo, para a eleição de um ou outro candidato?

Mais que isso, porém, permeou o programa inteiro a discussão em torno das siglas partidárias, sobretudo a partir do final do MDB e da Arena, que representavam a oposição consentida e os defensores do regime militar, respectivamente. Creia, foi muito intenso. E bastante elucidativo.

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1 comentário

  1. O Brando

    A única maneira de afirmar que Max Weber seria um sociólogo “de esquerda” é através da constatação de que ele não é Marx. Ele não aborda a disciplina da mesma maneira (dá para afirmar o mesmo de Durkheim) e é só. Lembra o “nós e eles” que está na moda, ou o “não é a nossa política econômica, logo é neoliberal”. Muito professor por aí não faz muita questão de falar no sujeito e até o livro do Faoro (“Os donos do poder”) é altamente criticado pelos marxistas porque não “segue a linha”, logo está “errado”.
    Brizola não era o santo que pintam.
    Golbery também não era tudo o que dizem. Pelo que falam tudo o que de importante acontecia era obra dele e seus planos nunca davam errado (a esquerda usa a mesma narrativa para o Kissinger). Também não era sociólogo (que são majoritariamente de esquerda), era oficial de informações.
    Social democracia, por definição, é promover justiça social dentro de uma economia capitalista. Para os PSTU da vida é extrema direita. Para os vemelhinhos peca porque reduz a participação exacerbada do Estado na economia, coisa que como todos podem ver dá certo em todo lugar.
    Efeagá, com seus defeitos e qualidades, teria afirmado num almoço para empresários no Rubaiyat algo como “esqueçam o que escrevi”. Ele diz que foi algo como “a gente é cobrado pelo que a gente escreve”. A notícia saiu na Folha de São Paulo e o jornalista que publicou não estaria presente na hora, ouviu um comentário na saída do evento. O almoço ocorreu no dia 5 de julho de 1993 (está documentado) quando ele era ministro da Fazenda. O contexto era “acalmar os empresários e descartar choque econômico” segundo Olacyr de Moraes (que estava presente). A reportagem é assinada por João Carlos de Oliveira e Antonio Carlos Seidel. A frase publicada é “esqueçam o que escrevemos no passado, porque o mundo mudou e a realidade hoje é outra”. Todo o resto é lorota.

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