DO FEICEBUQUI. ‘Hospital Regional, o que será isto?’, posta a médica e vereadora eleita Cida Brizola, do PP

DO FEICEBUQUI. ‘Hospital Regional, o que será isto?’, posta a médica e vereadora eleita Cida Brizola, do PP

O editor tem publicado observações curtas (ou nem tanto) no seu perfil do Feicebuqui que, nem sempre, são objeto de notas aqui no sítio. Então, eventualmente as reproduzirá também para o público daqui. Desta vez, é um texto único, da vereadora eleita e vereadora Cida Brizola, sobre um assunto pra lá de rumoroso. Confira, na íntegra:

DO FEICEBUQUI. ‘Hospital Regional, o que será isto?’, posta a médica e vereadora eleita Cida Brizola, do PP - feicebuqui-cidaHOSPITAL REGIONAL…O QUE SERÁ ISTO?

Hospital regional é visto como regional em âmbito nacional, portanto região sul, região central do Estado do Rio Grande do Sul…um hospital de alta complexidade para servir aos pacientes que,hoje, não acham porta de entrada para casos graves como Derrame cerebral, Infarto , Trauma grave de acidentes graves com trauma craniano, reabilitação destes pacientes que geralmente são jovens vítimas de acidentes …que hoje engrossam as filas das salas de recuperação cirúrgica de nossos hospitais , HUSM principalmente, e enquanto esperam leitos de UTI ou de enfermaria, ficam pacientes nas filas espera de cirurgia de câncer pois não tem leito na sala de recuperação, porque não tem leito na enfermaria ou na UTI e assim sucessivamente as filas engrossam no lado de fora do único hospital referência em alta complexidade do SUS na região de Santa Maria, centro de nosso Estado. o HUSM.

Chegou a hora tão aguardada por nós que conhecemos um pouco das necessidades emergentes de Santa Maria e região, que infelizmente com o hospital Alcides Brum que fechou suas portas nos deixando filas de espera, um problema de gestão Estadual que não soube dar sustentação à população … e hoje vendo as notícias do jornal percebo que finalmente vem o Hospital Regional para aquilo que precisamos para dar acesso aos pacientes da neurologia e da traumatologia que acabam ficando nas nossas emergências por falta de acesso a serviços especializados e com isto ficam com sequelas pois se o tratamento não chegar a tempo a doença vai deixar cicatrizes…para sempre…

Quanto a 60% SUS quero dizer que em se tratando de centro especializado em alta complexidade na neurologia e na traumatologia e reabilitação , numa região como a nossa, jamis poderemos fechar as portas aos nossos trabalhadores públicos, independente de convênios, pois o hospital com esta referência de especialidades não pode ser seletiva, se não houver leito num hospital, teremos que ter opção para o outro… vide caso KISS.

Os gestores do SUS falam que não há dinheiro para que as portas do Hospital regional possam abrir então a saída é abrir com o que tem, hoje o que temos é isto um hospital regional, filantrópico(deve cumprir alguns requisitos com o MS), de alta complexidade, atendendo a região central do Estado do RS, com grandes empresas de saúde em sua administração. Então por tudo que ganharemos em nossa região, tendo outros hospitais da mesma grandeza em outras áreas de especialidade, e certamente existirá uma gestão em saúde positiva entre as entidades, que venha o Regional 60% SUS e 40% não SUS pois os 40% darão sustentação aos 60% necessitados de nossa região…Parabéns a todos que estiveram a frente desta negociação…”

PARA LER A ÍNTEGRA, NO ORIGINAL, CLIQUE AQUI (se você for usuário da rede social)



2 comentários

  1. Garibaldi

    Com a EBSERH, seria 100% SUS ; com essa invenção aí, fantásticos 60%…

    Quem GANHA com isso????????

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