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SALA DE DEBATE. O futuro secretariado, o pacote de Sartori e discrepâncias salariais nos Poderes. Que tal?

Elvandir e Luiz Ernani se digladiaram, com forte (e muita) argumentação, no programa mediado por este editor (E) (foto Gabriel Cervi Prado)
Elvandir e Luiz Ernani se digladiaram, com forte (e muita) argumentação, no programa mediado por este editor (E) (foto Gabriel Cervi Prado)

Não faltou animação aos convidados de hoje, no “Sala de Debate”, na Rádio Antena 1, entre meio dia e 1 e meia da tarde.

Os convidados do dia, Elvandir José da Costa e Luiz Ernani Araújo, com a mediação deste editor, não pouparam argumentos, não raro contraditórios, sobre três grandes temas – que predominaram no programa.

O futuro secretariado, capitaneado pelo prefeito eleito Jorge Pozzobom, anunciado oficialmente hoje, claro que não ficou de fora. Também sobrou discussão sobre os outros dois assuntões que surgiram no dia: o pacote de Sartori, em análise na Assembleia Legislativa, e (onde o bicho pegou, mesmo) as discrepâncias salariais existentes no funcionalismo público, expecialmente entre os Poderes de Estado.

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2 Comentários

  1. Discrepâncias até o paragrafo segundo. Existem funções que têm que ser melhor remuneradas, caso contrário o Estado (latu senso) não consegue recrutar, as pessoas iriam preferir ficar na iniciativa privada.
    Também existem as malandragens. Sujeito faz concurso para uma função de nível médio. Num belo dia sai uma greve e o sindicato pede o reconhecimento do nível superior para todos os cargos. Conseguido isto, numa próxima greve pedem uma “valorização maior” da categoria porque todos têm “nível superior”. E os que não tem o diploma, pessoal antigo? “Isonomia”. O que acaba acontecendo? Um investigador de polícia, por exemplo, ganhando mais porque tem um diploma de pedagogia ou teologia. Estes diplomas melhoram o desempenho do servidor? Óbvio que não.
    Serviço público tem como função servir o público. Não arrumar a vida do servidor. Como disse o debatedor, ninguém é obrigado a ser funcionário público.

  2. Soro antiofídico só é produzido em três laboratórios estatais: Butanta, Vital Brazil e Ezequiel Dias, respectivamente São Paulo, RJ e Minas. Estoques estão reduzidos em todo país. Falta grana.
    O atraso no salário dos servidores foi proposto no pacote para não ser aprovado. Um osso para a oposição roer e uma proposta para a base do governo poder dizer que não aprovou tudo.
    Qual a diferença de um doutor na universidade, no ensino médio e no ensino básico? Remunera-se a função (ao menos deveria ser assim). Univesidades trabalham com ensino, pesquisa e extensão. Doutores são pesquisadores. Para lecionar no ensino médio ou básico não é necessário doutorado. O título tem muito pouco a ver com a proficiência para ministrar aulas.
    Quando saiu o piso do magistério cheguei a comentar com uma policial civil que era inconstitucional (estavam em campanha pela PEC300). STF confirmou a constitucionalidade porque a União iria ajudar os estados que não tinham dinheiro. Deu no que deu. E a PEC 300 tornava piso o salário das polícias do Distrito Federal, o maior do país. Obvio que não haveriam recursos.

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