COLUNA. Nesta quarta, em A Razão, uma pergunta: com quantas secretarias se administra uma Prefeitura

“…A equipe do prefeito eleito Jorge Pozzobom (e agora, com a nomeação da equipe de transição, se conhece mais daqueles que comporão o chamado Gabinete da Governança) está se debruçando sobre as profundezas do novo governo. Das quais emergirá um esboço da reforma administrativa…
…O futuro prefeito confia muito em que isso signifique mesmo uma economia importante em recursos. Há controvérsias, mas ela se resolve (ou não) logo no início do governo. O interessante, diante dessa disposição pozzoboniana, é como combinar o interesse pela redução com a sanha por…”
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Unica controvérsia que ouvi a respeito da economia saiu de operadores jurídicos. E como eles gostam de falar, direito não é matemática.
O empresário até consegue dar um jeito de tocar a secretaria, se não me engano é empresa familiar. Largar banca para pegar um cargo público já é mais complicado, é emprego com prazo fixo. O escritório ainda pode ter ação contra o município, se não tiver também não vai pegar no futuro, existem muitas variáveis.
A Merkel governa um país inteiro com 14 ministérios. No Japão, o poderoso governa com 13. França, 16.
Santa Maria, uma mera vila nesse contexto, poderia ser governada com muito menos secretarias.
E inclusive se pode enxugar os números de vereadores. 21, para o porte de Santa Maria, é até surreal.