Coluna Observatório. Titular manda; suplente obedece. Não adianta berrar. É assim. E ponto.
A informação é simples e direta: o titular de um cargo legislativo é o dono dele. E a transferência para um suplente implica em negociação sobre o aproveitamento de cargos de confiança. Isso já aconteceu, por exemplo, com Cezar Schirmer, que, como suplente, teve que atender a pedidos feitos por Osmar Terra, o eleito para a cadeira que o santa-mariense ocupou na Câmara dos Deputados.
É o que aconteceu agora, na Câmara de Vereadores, com Cláudio Rosa, do PMDB. Ele é suplente. O titular é Tubias Calil, chamado para compor no secretariado do prefeito Cezar Schirmer. Pelo menos dois dos assessores de Rosa são indicados por Calil. É assim que funciona. É da política. Há pouca margem para a recusa em pedidos dessa natureza. Ponto.
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