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PREVISÍVEL. Faltaram votos e oposição não emplaca ‘CPI do Parque de Máquinas’. Edil promete investigar

Reunião da Comissão Representativa da Câmara, que funciona no recesso parlamentar. Não faltaram discursos. E a desistência da oposição

Este editor disse, redisse e polidisse, além de ter escrito: sem votos, a tentativa da oposição em criar uma CPI para investigar o “sucateamento do Parque de Máquinas” não passaria disso, uma tentativa.  A não ser, claro, que juntasse apoio de parlamentares do governo ao seu propósito, pois não tem, sozinha, o mínimo de um terço dos votos na Câmara.

Nesta quinta-feira, a toalha foi jogada, como você pode conferir no próprio noticiário oficial, da Assessoria de Imprensa do Legislativo, para a reunião da Comissão Representativa (AQUI). E também pode conferir no material distribuído pela assessoria  de Imprensa do vereador petista Luciano Guerra. Que, por sinal, mesmo sem CPI, anuncia a disposição de manter a investigação. O texto é de Fabrício Vargas, com foto de Reprodução. A seguir:

Vereador seguirá com investigação sobre a situação do Parque de Máquinas da Prefeitura

Em sessão plenária na manhã desta quinta-feira, 02, o vereador Luciano Guerra (PT) registrou mais uma vez sua visita ao Parque de Máquinas do município e a situação de sucateamento dos equipamentos, grande parte deles sem condições de uso. 

O parlamentar, juntamente com a bancada de oposição, articulava a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis irregularidades na secretaria de infraestrutura, porém não alcançou o número mínimo de sete assinaturas para abertura do processo.

Embora não tenha sido aberta a investigação, Guerra deixou claro que não vai exitar em investigar o fato, já que o Governo Schirmer e Farret disse que foram aplicados cerca de R$ 6,5 milhões em maquinário, mas que essa não seria a realidade, segundo o novo secretário de infraestrutura e serviços.

“Já estou encaminhando um documento para prefeitura e estarei fazendo um inventário do maquinário e quero saber um por um dos investimentos que foram realizados. Quero saber se esses investimentos foram feitos pelo município ou por empresas terceirizadas. E se for assim ainda quero saber do contrato com essas empresas e onde foram investidos esses valores”, disse.

Os vereadores governistas, que barraram a abertura da CPI, sugeriram a formação de uma comissão especial para acompanhar uma sindicância, que foi aberta pelo município.

“Respeito essa posição, mas a minha posição é que a CPI tem mais poder que uma comissão especial. Em momento algum, vou deixar de fazer meu trabalho de vereador”, finalizou.”

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