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HISTÓRIA. Pylla Kroth e os dois subversivos daquela cidadezinha, que picharam a igreja. E deu no que deu

“…Partiram então pra algumas ações. A primeira investida foi contra a própria igreja conservadora. Numa tarde depois da catequese da paróquia, ao sair, passaram discretamente a mão em quatro latas de tinta spray que estavam por ali pra retocar algumas obras sagradas. E ainda saborearam uma taça grande cheia de hóstias prontas  que havia por ali, e deram um golinho de vinho bento, pois o padre só dava uma daquelas na missa e beber, então, só ele bebia, e a vontade sempre foi grande de comer a travessa inteira, hóstias feitas de farinha e leite pelas freiras, hummm, uma delícia sem açúcar! E tomar toda aquela jarrinha de vinho de primeira. O famoso “vinho do padre”, doado pelo melhor produtor da espécie na comunidade.

Tudo muito bem planejado, encontraram-se à noite. Preocuparam-se com todos detalhes e álibis possíveis: travesseiros embaixo das cobertas pra enganar a pequena conferência que a mãe fazia antes de dar a bênção nos anjinhos nos quartos, esperar o último ônibus partir da…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “A vela do carrasco”, de Pylla Kroth. Pylla Kroth  é considerado dinossauro do Rock de Santa Maria e um ícone local do gênero no qual está há mais de 34 anos, desde a Banda Thanos, que foi a primeira do gênero heavy metal na cidade, no início dos anos 80. O grande marco da carreira de Pylla foi sua atuação como vocalista da Banda Fuga, de 1987 a 1996. Atualmente, sua banda é a Pylla C14. Pylla Kroth escreve semanalmente neste espaço.

OBSERVAÇÃO DO EDITOR: a imagem que ilustra esta nota é uma reprodução da internet.

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