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SALA DE DEBATE. Serraglio fora do governo, 200 mil eleitores a perigo, a inexistência de candidatos e mais

Mediador (E) e convidados: Antonio Carlos Lemos, Giorgio Forgiarini, Antonio Carlos Lemos, Péricles Costa (foto Gabriel Cervi Prado)

Enfim, a política acabou por predominar, no “Sala de Debate”. Foi hoje, entre meio dia e 1 e meia da tarde, na Rádio Antena 1, com a mediação deste editor.

A saída de Osmar Serraglio do governo Temer foi apenas para começar. A partir da decisão do deputado paranaense do PMDB, que não quer saber de ser ministro da Transparência, uma intensa discussão se travou entre os convidados: Antonio Candido Ribeiro, Giorgio Forgiarini, Antonio Carlos Lemos e Péricles Lamartine Palma da Costa.

Claro que questões locais acabaram por ganhar bastante espaço, entre elas o risco de reduzir-se a abaixo de 200 mil o número de eleitores e, especialmente, a inapetência dos partidos, com as exceções já conhecidas, de lançar candidatos a deputado.

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3 Comentários

  1. Santa Maria já selecionou algumas figuras para cargos estaduais e federais, mas as nulidades que deixou de eleger são uma grandeza. O argumento utilizado é o mesmo dos donos de lojinhas: por que os habitantes da aldeia compram fora se poderiam ser atendidos pelos “empresários” locais e ajudar a movimentar a economia local, mantendo impostos na região, etc? Resposta simples: não podem ser atendidos da mesma forma. Partidos colocam uma nútria para concorrer e querem que os tabacudos votem na criatura com base no “é bom porque é daqui”. Melhor votar em alguém de fora ou em branco.

  2. Quase tudo na vida tem um “é, mas….”. Políticos reclamam que eleitores pedem “retribuição” em troca do voto. “Esquecem” de dizer que a maioria só aparece de dois em dois anos (ou até de quatro em quatro) para pedir votos, não resolvem problema nenhum e os eleitores só vão conseguir alguma coisa se “receberem adiantado”.

  3. Gilmar Mendes não é a pessoa mais simpática e nem a mais humilde do mundo. A questão do TSE é para dar risada. Um monte de gente reclama de ativismo do judiciário, mas vive batendo nas portas dos tribunais. Judiciário erra e acerta, dependendo dos efeitos das decisões, não dos interesses contrariados. Mais, grosso modo existem dois tipos de juízes. Uns decidem e buscam no sistema normativo justificativa para a decisão. Outros consultam o sistema normativo para depois decidir. A diferença é o momento onde buscam a fundamentação.

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