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CIDADE. Região centro-leste aponta demandas a ser debatidas pela Conferência de Vigilância em Saúde

Atividade foi realizada neste sábado no Centro Social São Francisco, com moradores conselhos locais e profissionais de saúde da região

Por MARIANA FONTANA (texto) e JOÃO ALVES (foto), da Assessoria de Imprensa da Prefeitura

Faltando menos de uma semana para a abertura oficial da 1ª Conferência Municipal de Vigilância em Saúde, diferentes atividades estão sendo executadas em Santa Maria com a intenção de aprofundar os temas que serão levantados durante a atividade, que ocorre na próxima sexta-feira (04) e no sábado (05). Neste sábado (29), um encontro preparatório para a conferência foi realizado no Centro Social São Francisco, no Bairro Diácono João Luiz Pozzobom, na Região Centro Leste do Município.

A atividade – proposta pelo Conselho Municipal de Saúde e pela Prefeitura de Santa Maria – reuniu moradores da região, membros do Conselho de Saúde, de associações dos bairros Diácono João Luiz Pozzobom, Cerrito, da Vila Jardim Berleze, além de profissionais da Estratégia Saúde da Família (ESF) Maringá, da Superintendência da  Vigilância em Saúde e da Universidade Federal de Santa Maria. Cerca de 25 pessoas participaram do encontro.

Conforme o superintendente da Vigilância em Saúde, Alexandre Streb, o objetivo do encontro era ouvir a comunidade e os profissionais que atuam na região, para conhecer as demandas e as necessidades enfrentadas por eles no que diz respeito à Vigilância em Saúde. Segundo Streb, diversas questões – de doenças infecciosas à lazer e infraestrutura – perpassam pela Vigilância, por isso, a importância do setor estar próximo e em contato com a comunidade.

“Esse é um encontro preparatório para conhecermos as demandas da comunidade. A intenção é fazer a relação dos problemas e as possíveis soluções, para discutirmos nas outras fases da conferência. E essa é uma das diretrizes da Conferência Municipal, que possamos debater propostas que levem em conta as especificidades de cada região”, destacou Streb.

Durante o encontro preparatório, o médico veterinário do setor de Vigilância Ambiental em Saúde da Prefeitura, Carlos Flávio Barbosa da Silva, apresentou aos moradores a estrutura da Vigilância em Saúde e como ela funciona, com destaque para as quatro áreas de atuação: vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e em saúde do trabalhador.

“Estamos aqui para identificar o que é problema e incômodo para vocês, para que possamos discutir políticas voltadas para esse fim. É no Município que as coisas acontecem, e aqui que elas precisam ser resolvidas”, ressaltou.

A partir da apresentação, os moradores passaram a elencar as principais dificuldades enfrentadas na comunidade. Entre os assuntos abordados, estiveram a referência à grande quantidade de animais que circulam pela região, o acúmulo de lixo em diferentes áreas do bairro, a necessidade de trabalhar a educação e a posse responsável com a população, entre outros tópicos. Além disso, o grupo também discutiu medidas que podem vir a ser adotadas e que serão discutidas daqui para a frente, com a parceria da comunidade, da empresas privadas e instituições de ensino e da Prefeitura. Entre a alternativas, mutirões de limpeza das áreas em que há acúmulo de lixo, projetos para adequar uma área de lazer na região e possíveis ações de vacinação.

“A gente sabe a importância da Vigilância em Saúde para o que acontece com a comunidade, por isso, há a necessidade de termos essa aproximação com o setor”, comentou a enfermeira da ESF Maringá e membro do Conselho Local de Saúde, Sharon da Silva Martins.

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