SALA DE DEBATE. Na sexta de “Black Friday”, temas como o próprio também STF, escravidão, reeleição…

SALA DE DEBATE. Na sexta de “Black Friday”, temas como o próprio também STF, escravidão, reeleição... - sala-17

Os convidados desta sexta, no Sala de Debate, Ricardo Blattes e Orlando Fonseca, e o o editor do site, na ancoragem (foto Gabriel Cervi Prado)

Invenção dos gringos do norte, o “Black Friday” é o assunto mais falado nesta sexta-feira. Obviamente, não ficou de fora do “Sala de Debate” de hoje, entre meio dia e 1 e meia, na Rádio Antena 1. Mas, que se diga, não foi tema monopólio para este âncora e os convidados do dia, Ricardo Blattes e Orlando Fonseca.

Mereceram a intervenção dos debatedores, também, por exemplo: as atitudes do Supremo Tribunal Federal (e os motes foram as decisões sobre Aécio Neves e outros políticos e também a questão do foro privilegiado), o instituto da reeleição (há controvérsia evidente) e a escravidão, que teima em existir no planeta e está em curso na África no presente momento mesmo.

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5 comentários

  1. O Brando

    Reeleição é furada. Nenhum governante que se reelegeu conseguiu fazer um segundo mandato melhor que o primeiro. Efeagá implantou a coisa com a desculpa de implantar as reformas (não as do PT, do tipo “agora todo mundo é obrigado a fazer fogo esfregando um pedaço de pau no outro). Só não contava com outros efeitos colaterais, desgaste se acumula rápido, fadiga, etc. Alás, petistas gostam de colocar na conta dele a compra de votos. Os 27 governadores e mais de cinco mil prefeitos não estavam interessados em se reeleger, sem falar nos aspones e demais interessados. Alás, criticam a compra de votos e não fizeram nada para acabar com o instituto. “Plebiscitário” é piada, se o sujeito não fizer o sucessor está feito o plebiscito.

  2. O Brando

    Existe um boato por aí que o Brasil foi o último país a abolir a escravidão. Níger só criminalizou a prática em 2003 e a Mauritânia só o fez em 2007 e só aboliu a escravidão em 1981 (portanto é o último). Na outra ponta existem estados nos USA onde o lenocínio é equiparado ao tráfico de pessoas. o que pode render uma pena nada leve.
    Ontem Tarso, o intelectual, estava no programa global do Conti. Segundo o “pensador” a reforma trabalhista (principalmente o trabalho intermitente) propicia práticas análogas a escravidão. Retórica? Não, atochada mesmo, coisa de gente que não deve ser levada a sério.

  3. O Brando

    Segundo o “intelectual” (citado no programa de ontem), Boulos também deveria ser candidato à presidência. Objetivo é (ao menos parece) fazer os majoritários puxar os votos na proporcional para fazer bancada no futuro. Não faltou mentira, “governo português é de esquerda e por causa disto os problemas acabaram com a nova alternativa”. Omitiu o fato de Portugal ser parte da Comunidade Europeia. País continua na rabeira da competitividade, tem um dos maiores índices de desigualdade na CE e a dívida pública é algo como 130% do PIB. Também não mencionou os oito anos de Procedimento por Déficit Excessivo visando diminuir o mesmo a patamares inferiores a 2% . Alterações estruturais e redução da dívida em ritmo acelerado.

  4. O Brando

    Também falou no “sistema financeiro internacional”, um “boneco de judas” que serve para os ignorantes colocarem todas as culpas. O que leva de volta ao assunto escravidão, culpa da Europa, colonialismo. Países africanos já estão independentes há bastante tempo, não resolveram os próprios problemas e colocar culpa na Europa é mais um sintoma da eterna vitimização. Brasileiros gostam disto, somos muito bons, temos tudo, se o país não dá certo só pode ser culpa de alguém “conspirando e sabotando”. Para os que não querem continuar anacrônicos, existe um império descendo e outro subindo. China não tem investimentos só no Brasil (terras, sistema elétrico, pré-sal, etc). Também tem prestado “assistência” para a África do Sul, Mauritânia, Sudão, Etiópia, Camarões, Nigéria, Gana, Guiné Equatorial, Angola (colocaram a Petrobras a correr) e Zimbabwe.

    • Jorge

      Daqui 300 anos a África continuará paupérrima, com 30 bilhões de habitantes, por limites culturais naturais deles mesmos, mas os vermelhinhos (se por azar ainda existirem) continuarão dizendo que a culpa é da “colonização capitalista”. O disco vai ser o mesmo, só mudaria a mídia.

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