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ELEIÇÕES. Tucanos definem candidatos a deputado apenas em 2018. O que pode ser um grande problema

A imagem (montagem com as cinco fotos) é a mesma de mês e meio atrás, no site. Mas o rapaz do centro não estaria mais no jogo

Há mês e meio o site publicou nota (AQUI) acerca das discussões do tucanato local para definir os candidatos a deputado pelo partido no próximo ano. Eram cinco os apresentados, então: os vereadores titulares (em ordem alfabética) Admar Pozzobom, João Ricardo Vargas e Juliano Soares, o licenciado (para ocupar secretaria de município) João Chaves e o delegado de polícia Marcelo Arigony. Este ultimo, inclusive, era dado como certo para colocar seu nome à disposição como concorrente à Câmara dos Deputados.

Tá, e o que aconteceu de lá para cá? Nada bom, com certeza – ainda que isso possa ser desmentido se ouvir-se algum líder tucano.  Houve quem acrescentasse (a pastora) Lorena Santos, suplente em exercício na Câmara como pretendente adicional. Mas poucos acreditaram que fosse pra valer. E um foi descartado, se bem que há quem acredite não ser assim tão definitivo. Quem caiu fora? Arigony, que continua só como delegado, sem partir para a aventura de tentar mandato federal.

De todo modo, duas coisas são rigorosamente certas. Jorge Pozzobom continua a ser o grande eleitor interno do tucanato santa-mariense. Porque é o principal nome e prefeito municipal e, sobretudo, por ser ele o donatário dos votos atrás do qual os outros tucanos vão correr, independente se para deputado estadual ou federal. No caso, os 27.239 obtidos em 2014 na cidade. Ou, quem sabe, um naco maior do total: 48.244 votos em todo o Estado.

Certo, também, é que a solução do problema virá só em 2018. O que complica bastante a campanha, que será de tempo menor que dos outros adversários locais pelos mesmos cargos, alguns deles (e nem só os já com mandato) correndo o Estado em busca de apoio para vaga no parlamento.

 

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