CRÔNICA. Orlando Fonseca e o triste fim de Jeremias

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Desenho produzido por amigo do Jeremias, jovem morto no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Foto Redes da Maré / Divulgação

“… O jovem Jeremias Moraes, 13 anos, vítima da violência, semana passada no Complexo da Maré, queria ser pastor, mas por enquanto considerava, como o seu xará hebreu: “não passo de uma criança”. Mas como também queria ser jogador de futebol, foi jogar uma pelada com os amigos. Um caveirão da polícia, que não entende das regras do jogo – ou melhor, tem as suas próprias regras -, que feito um zagueiro sem escrúpulos irrompe na realidade do dia a dia, acabou com o jogo. No meio do tiroteio, uma bala atingiu o peito do Jeremias, interrompendo os seus sonhos de ser alguma coisa para além dos conflitos na favela…”

 

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Lamentações dos Jeremias”, de Orlando Fonseca. Orlando é professor titular da UFSM – aposentado, Doutor em Teoria da Literatura, PUC-RS, e Mestre em Literatura Brasileira, UFSM. Exerceu os cargos de Secretário de Cultura na Prefeitura de Santa Maria e de Pró-Reitor de Graduação da UFSM. Escritor, tem vários livros publicados, foi cronista dos Jornais A Razão e Diário de Santa Maria. Tem vários prêmios literários, destaque para o Prêmio Adolfo Aizen, da União Brasileira de Escritores, pela novela Da noite para o dia, WS Editor; também finalista no Prêmio Açorianos, da Prefeitura de Porto Alegre, pelo mesmo livro, em 2002.



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