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LUNETA ELETRÔNICA. Sessão matinal da Câmara, placas em obras públicas, Sinduscon, Plano Diretor…

Sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Santa Maria, desta quinta-feira, inicia às 8 da manhã, por conta do feriado da Páscoa

Por MAIQUEL ROSAURO (texto e foto), da Equipe do Site

* Em clima de feriadão, a sessão da Câmara de Vereadores nesta quinta-feira (29) será realizada em um horário alternativo, às 8h.

* O destaque da Ordem do Dia é o Projeto de Lei 8635/2018, da vereadora Deili Silva (PTB), que obriga toda a empresa vencedora de licitação a expor placa de identificação em obras públicas.

* “Pela referida legislação, toda a empresa vencedora para construção de obras públicas deverá, obrigatoriamente, colocar uma placa de identificação na frente da mesma”.

* Deverá constar, na placa,  “ uma série de requisitos para informar o cidadão, tais como, prazo de início, término, valores, etc.”, diz a justificativa da proposta.

* Também na manhã desta quinta estarão no legislativo representantes do Sinduscon. Eles participarão de uma reunião com os vereadores, marcada para as 10h30min.

* Na terça, o Legislativo formou a Comissão Especial que irá tratar do Plano Diretor. Ela é formada por Daniel Diniz (PT), presidente; Manoel Badke – Maneco (DEM), vice; e Admar Pozzobom (PSDB), relator.

* A Frente Parlamentar de Segurança Pública reuniu, na tarde dessa quarta (28), no Legislativo, representantes da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Polícia Civil, Brigada Militar, Corpo de Bombeiros, Susepe, Comen, Guarda Municipal, ADESM e Executivo Municipal.

* “Na pauta, debatemos o problema da violência, do tráfico de drogas e do sossego público na nossa cidade.”, disse o presidente Frente Parlamentar, João Ricardo Vargas, do PSDB.

* O ainda (enquanto não virar secretário) líder do governo na Câmara também diz, em seu perfil no Facebook, que a Frente é “parceira para que continuemos este trabalho, unindo nossas forças na busca de soluções e no combate à criminalidade”.

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7 Comentários

  1. Não é “usa de tecnologia”. Usa de MUITA tecnologia. E não é qualquer tecnologia.

    Então, Câmara, o Plano está em vossas mãos e os holofotes em vocês, ilustres vereadores. Prestem atenção nesse ponto.

  2. Para o leigo, e inclusive para colocar o editor ao par, eis um material simplezinho da Associação Mineira de Municípios.

    O que é uma Cidade Inteligente?

    – Usa da tecnologia para melhorar a qualidade de vida das pessoas (cidadãos e usuários da cidade) e que atendam de forma sistêmica as diferentes áreas da cidade (setores e organizações)
    – Técnicas e Políticas Sustentáveis no Tempo (ambiental, econômica e social)
    – Coleta e acesso á informação > Transparência
    – Participação Cidadã
    – Internet Of Things (IoT).

  3. Tenho uma curiosidade sobre o Plano Diretor. Será que já tem alguma coisa bem pensada que remeta a uma infraestrutura de uma “Smart City” (“Cidade Inteligente”)?

    Se não tiver, serão 10 anos ou mais de tempo e recursos financeiros mal alocados, porque pensar numa cidade inteligente muda muita coisa de um plano “tradicional”. Os tempos são outros e essa abordagem apareceu muito rápido como estratétigico no planejamento urbano. Pensar o Plano Dde uma Smart City não é para daqui 20 anos, é para ontem.

    1. Bom dia! Terão várias audiências públicas, onde o senhor poderá expor as suas sugestões. Aliás, a participação da sociedade está deixando muito a desejar. Esperamos muito a sua contribuição.

    2. Está na internet exposto o plano em todas as suas nuances?

      Se sim, divulguem, para uma primeira abordagem.

  4. E quando os governos atrasam os repasses das verbas para as obras ou desistem de repassar, com crise ou sem crise, e daí as obras param, vai ter outra placa mostrando o quanto de valor não foi repassado, quanto tempo a obra tem se atrasado e quem são os (irr)responsáveis?

    Precisava de uma placa assim, bem grande, lá no tal de “Centro de Eventos”, o nosso elefante branco mais notável.

    E parece que bem cabe uma dessas no prédio da própria Câmara, aquele que só está no esqueleto.

  5. Problema é que transparência é obrigação do Estado, não do contratado. Bancam os “espertos” tentando repassar o custo para a iniciativa privada como se não fossem repassar. Aparentemente ainda falta interesse local, ou seja, é inconstitucional.
    Frente de segurança pública é tosa de porco.

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