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SOBE/DESCE. Por conta da visita de Lula, veja como se saíram Pimenta, Burmann, Admar, Vicente Bisogno…

Pimenta e Lula, durante a caravana pelo Estado. Para o bem e para o mal, um e (especialmente) o outro foram destaques nesta semana

Por MAIQUEL ROSAURO (com foto de Divulgação), da Equipe do Site

A visita do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Santa Maria na terça-feira (20) é um daqueles fatos que será lembrado por muito tempo. E, claro, trouxe consequências positivas e negativas para os envolvidos. Confira quem se destacou nos últimos sete dias:

SOBE

Paulo Pimenta (PT)

Não é por acaso que o santa-mariense é o líder da bancada petista na Câmara dos Deputados. Ele é um dos líderes da caravana de Lula pelo Sul do Brasil, sendo uma figura quase onipresente ao lado da grande estrela petista.

Vicente Paulo Bisogno

Foi o único jornalista santa-mariense a conseguir uma exclusiva com Lula durante sua passagem pela cidade. A entrevista, muito bem conduzida, foi ar, ao vivo, na manhã de quarta-feira (21), pela Rádio Imembuí, no programa Controle Geral.

Celita da Silva (PT)

Alguns pedetistas vão dar de ombros, mas o fato é que o Projeto Parada Segura agora é lei. A iniciativa da vereadora petista foi sancionada pelo prefeito Jorge Pozzobom na tarde dessa sexta-feira (23).

DESCE

Paulo Burmann

O reitor da UFSM será alvo de uma apuração do Ministério Público Federal em relação a um possível caso de improbidade administrativa relacionado à visita de Lula. A representação foi feita pelo bacharel em Direito da UFSM Giuseppe Riesgo.

Admar Pozzobom (PSDB)

O líder da bancada do PSDB bem que tentou aprovar sua moção de repúdio ao PT em razão da vinda de Lula ao município. Mas o Grupo dos 11 entrou em cena, trouxe Ovidio Mayer (PTB) de volta para a base e acabou com as pretensões do tucano.

João Ricardo Vargas (PSDB)

O líder do governo na Casa provocou a oposição no Facebook, mas depois se arrependeu e deletou a postagem sobre o Plano Diretor. Também pudera, o G11 foi chiar direto com o prefeito sobre a polêmica postagem.

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7 Comentários

  1. Voltando ao lenço no pescoço do Molusco. É bom lembrar a confusão do ofício enviado pela reitoria com o objetivo de identificar a presença de estudantes e professores israelenses. Óbvio que não é mera coincidência.

  2. Programa da caravana prevê outra reunião na UFSC, teoricamente com os mesmos objetivos. Problema? Existe a Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) justamente para isto, não seria necessário fazer paradas em determinadas universidades para os reitores apresentarem reivindicações.
    Basta ver o histórico e o programa da caravana. Visita a Unipampa em Bagé (mandou representante a SM), encontro na UFSM (reitor da UFFS estava presente), era prevista visita a UFFS em Passo Fundo, nova reunião na UFSC com reitores, nova visita a UFFS campus Laranjeiras (inclusive laboratórios de agronomia).
    Óbvio que as IFES estão sendo franqueadas para campanha político-eleitoral, só não ver quem não quer e é óbvio que os defensores do Molusco irão negar.

  3. Detalhe para o lenço “palestino” no pescoço do Molusco.
    Caso do Burmann vai dar em nada, MPF vai mandar a coisa para o arquivo. Não que não exista alguma coisa meio estranha na história toda, inclusive o encontro a portas fechadas. Existe a autonomia universitária (que salvo melhor juízo é norma de eficácia plena, não precisa de regulamentação conforme Fake News de um programa ontem; única exceção é a contratação de pesquisadores/pesquisadores estrangeiros) é certo. Mas a utilização de instalações para um ato deste tipo poderia ser enquadrada como utilização indevida das instalações da instituição.

    1. SE, veja bem, SE os da caravana tiveram a liberdade de instalar um palanque lá e houve discurso para os da seita, a coisa pode pegar. Realmente não sei se isso aconteceu, não vi as fotos e vídeos do processo, mas se aconteceu …

    2. Não houve instalação de palanque, mas tudo leva a crer que o plano inicial era este (mudança de data para ajustar ao calendário). A utilização indevida seria a reunião a portas fechadas. De qualquer maneira este negócio do MPF vai dar em nada.

  4. Onde o Chapolim passa, tudo desce, fica instâvel, a boa moral se esvai, acontecem absurdos, conflitos, o hospício se instala, brincam com nossa inteligência e paciência. Respinga lama fétida por todos os lados.

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