ELEIÇÕES. Joaquim Barbosa a caminho do PSB, para ser o candidato do Partido à Presidência da República

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O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal deve oficializar a filiação até o dia 7, com o que fica em condições de disputar a Presidência

No portal especializado CONGRESSO EM FOCO, com foto da Agência Brasil

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa decidiu que se filiará ao PSB até o dia 7 de abril, prazo final para que as legendas recebam filiações de pessoas que pretendam concorrer às eleições de outubro. Apesar de ainda não ter oficializado a decisão, de acordo com informações do jornal O Globo, a filiação foi ”comunicada ao presidente do Partido Socialista Brasileiro, Carlos Siqueira, e ao deputado federal Alessandro Molon (RJ) durante encontro realizado na manhã de …(quinta-feira,29), em uma padaria de Brasília”.

Ao jornal, o presidente da sigla disse que, apesar de ter avançado no assunto, ainda aguarda a assinatura de Joaquim Barbosa. Caso se concretize, o ministro poderá ser candidato à Presidência da República nas eleições de outubro pelo PSB.

No entanto, mesmo que assine a ficha de filiação, ainda não há garantia de que ele será candidato presidencial. Uma ala do partido prefere não lançar nome próprio ao Planalto para poder costurar alianças estaduais, sobretudo em Pernambuco, estado onde a legenda é mais forte. Mas na sigla nada é certo ainda.

No início do mês, durante o congresso nacional do partido, Carlos Siqueira afirmou que o ideal era que o partido tivesse um nome próprio para a disputa e ressaltou que a decisão seria tomada no momento certo. O nome de Joaquim Barbosa é aventado para ser o nome do partido ao Planalto. Recém-filiado ao partido, o ex-ministro Aldo Rebelo também é um nome citado dentro da legenda para concorrer à Presidência.

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3 comentários

  1. Jorge

    Esse senhor é estranho, pois incoerente, como todo político. Numa mesma situação, ora bate quando o sujeito não é da ideologia dele, ora não bate quando o sujeito é da ideologia afim. A conveniência pequena ideológica de sempre pensando no bem da ideologia ou do grupo afim, não da sociedade. E isso é muito ruim para todos nós.

  2. Jorge

    Incoerências. Teve uma conduta exemplar no julgamento do mensalão. Mas aí “arregou” quando a coisa apertou. E nesses últimos anos deu declarações controversas a respeito dos tempos atuais políticos e das quadrilhas. Ao mesmo tempo que bate na parte da quadrilha que ainda está em Brasilia, e aí tem razão, em outra defende a quadrilha que saiu dizendo que foi “golpe” ou “ilegítimo”. “Michel Temer deveria ter a honradez de sair do cargo”… diz ele, mas da dama de vermelho, que era caso muito pior, pois tinha a grande incompetência a nos “venezuelar”, nem uma vírgula, só elogios. Pessoa que não é coerente e “arrega” no serviço público quando a coisa aperta deve ficar longe de um cargo público, em casa, vendo Sessão da Tarde.

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