TOXOPLASMOSE. Equipe do “setor de alimentos” do Estado vem ajudar na investigação de causas do surto

TOXOPLASMOSE. Equipe do “setor de alimentos” do Estado vem ajudar na investigação de causas do surto - prefeitura-toxo-4

Reunião: entre as ações, equipe auxiliará na coleta de hortifrutigranjeiros e produtos de origem animal para buscar foco de contaminação

Por MARIANA FONTANA (texto) e JOÃO ALVES (foto), da Assessoria de Imprensa da Prefeitura

O surto de Toxoplasmose identificado em Santa Maria tem motivado diferentes ações conjuntas do Município e dos governos Estadual e Federal. Para auxiliar na identificação do foco da contaminação, que ainda segue indefinido, uma nova equipe do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) está na cidade.

Cinco profissionais do Setor de Alimentos da Divisão de Vigilância Sanitária do CEVS auxiliaram o Município na investigação do surto. A ideia é que eles auxiliem de forma geral no processo, inclusive, na coleta de hortifrutigranjeiros e de produtos de origem animal, em diferentes pontos da cidade, a fim de buscar as causas.

Os técnicos estiveram reunidos com representantes da Prefeitura de Santa Maria, da 4ª Coordenadoria de Saúde (4ª CRS), do Hospital Universitário de Santa Maria (Husm) e do Ministério da Saúde – envolvidos na investigação do surto – na tarde desta segunda-feira (14). Na oportunidade, foi apresentado aos integrantes do CEVS a situação do Município, como estão os casos, como funciona a rede de alimentos da cidade, quem abastece e fornece alimentos, quais os fluxos de investigação já iniciados, entre outros aspectos.

“A equipe do Setor de Alimentos nos auxiliará muito no processo de investigação do surto, uma vez que a rede de alimentos da cidade é muito grande. Vamos traçar estratégias de atuação e definir, com cautela, o que será coletado e analisado. Já tivemos dados com relação à água, que deram negativo, mas eles são referentes a um período específico, por isso, não são totalmente conclusivos. Além disso, temos uma rede de abastecimento muito complexa, assim, novas amostras e análises são necessárias”, explica o superintendente da Vigilância em Saúde de Santa Maria, Alexandre Streb.

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