MEMÓRIAS. Pylla Kroth, a casa mal-assombrada da praia de Garopaba. E também o nome de uma banda

MEMÓRIAS. Pylla Kroth, a casa mal-assombrada da praia de Garopaba. E também o nome de uma banda - pylla-chamada-1“…Passamos pelos pescadores e contornamos as pedras, ele a uns trinta metros na minha frente, cabelos longos, chegava até chamar a atenção pelo seu caminhar suave quase dançante. Segui em sua direção, quando de repente ele entrou em uma casa de dois andares que existe até hoje. Caminhei mais um pouco e senti um cheiro de café com torrada. Não titubeei em bater na porta da casa pra tentar obter uma xícara, talvez conversar com aquele curioso sujeito que despertara minha atenção de maneira inexplicável.

Toc toc toc. A porta se abriu, mas ninguém veio me atender, dei um passo adiante e avistei o interior da casa sem alguma alma viva. Pensei comigo: “Ué…Mas o sujeito entrou aqui!” Dei mais um passo agora dentro da casa e a porta se fechou sozinha, de um jeito estranho que me deu uma arrepiada até a medula

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Os Solanos”, de Pylla Kroth. O autor  é considerado dinossauro do Rock de Santa Maria e um ícone local do gênero no qual está há mais de 34 anos, desde a Banda Thanos, que foi a primeira do gênero heavy metal na cidade, no início dos anos 80. O grande marco da carreira de Pylla foi sua atuação como vocalista da Banda Fuga, de 1987 a 1996. Atualmente, sua banda é a Pylla C14. Pylla Kroth escreve semanalmente neste espaço.



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