SALA DE DEBATE. Do preço dos combustíveis à Copa do Mundo, e ainda Mercado Público e Plano Diretor

SALA DE DEBATE. Do preço dos combustíveis à Copa do Mundo, e ainda Mercado Público e Plano Diretor - sala-7

Âncora Roberto Bisogno e convidados desta quarta-feira: Alfran Caputi e Elizabeth Copetti, além deste editor (foto Gabriel Cervi Prado)

O ecletismo de temas tomou conta do “Sala de Debate” de hoje, entre meio dia e 1 e meia da tarde, na Rádio Antena 1. Com a volta do âncora Roberto Bisogno, ausente por uma semana, e a presença deste editor, participaram ainda os convidados Alfran Caputi e Elizabeth Copetti. Mas, o que foi mesmo tratado pelo quarteto desta quarta-feira?

Para começar, a questão da composição do preço dos combustíveis e também de veículos, maior ou menor se for no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Sim, há explicações. Mas não ficou apenas nisso. Também o início da Copa do Mundo, a pré-inauguração, na região histórica, do Mercado Público (um empreendimento privado) e a discussão em torno do Plano Diretor mereceram a atenção dos convidados do dia.

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7 comentários

  1. O Brando

    Orçamento de SC é algo como 10% do PIB estadual e o do RS fica perto de 18%. Teria que procurar números mais atuais, mas o número de aposentados aqui é maior. Há problemas por lá também, Florianópolis tem suas favelas, o SUS não é diferente do resto do país, professoras municipais ganham mais do que no estado, saneamento básico naquela base, etc.
    Comparar pedágio de rodovia federal com estadual não é correto.
    ICMS do diesel aqui é um dos mais baixos. Importante ver o preço de pauta dos combustíveis, não só a alíquota.
    Do editor se aproveita a peculiar risada.
    Temos dois ouvidos, dois olhos e uma boca. Devem ser utilizados na mesma proporção. Ouvi de uma designer (alguém deve ter dito isto antes). Por algum motivo fiquei com pena do marido dela.

  2. O Brando

    Caso do técnico espanhol é a mais pura frescura dos ‘superéticos’. Legalmente um jogador de futebol (ao menos no Brasil) pode assinar pré-contrato com outro clube nos últimos seis meses do contrato vigente. Quem ficou mais p. da vida foram jornalistas tupiniquins que tinham inventado que o Real Madrid estava sondando o Adenor.
    No caso espanhol o mais provável é não ganharem a copa. A culpa vai cair no lombo de quem? Parece o Pífio que dirigia o interzinho de POA, troca o técnico dois dias antes do grenal para ‘criar um fato novo’ e leva um balaio pra casa.

  3. O Brando

    Gilmar Mendes não vai sofrer impeachment porque não fez nada que possa ser enquadrado como crime de responsabilidade. Julgamento (se acontecesse) seria no Senado presidido pela Carmen Lúcia. Questão é que o que ele escreve tem sentido juridicamente, diferente de muito do que ele fala (falar-se-ia em ‘ratio decidendi’ e ‘obiter dictum’). Existem votos nos quais Celso de Mello acompanhou Gilmar. Questão é que no caso do decano pode-se ter certeza que votou por convicção e não por conveniência.
    Vermelhinhos aplaudem Gilmar porque convém. Resumo da coisa: existe controvérsia jurídica além dos interesses políticos, a mais importante é ideologia do meio jurídico, querem transformar a Somália na Suíça através da legislação (grosso modo). Dá no que deu.

  4. O Brando

    Gilmar tem conhecimento jurídico vasto, maior do que a maioria já é exagero. Sujeito fez doutorado em direito na Alemanha (não o pós-doutorado que é um estágio de atualização que não dá nem diploma). No Brasil existem muitos juristas que fazem doutorado na Espanha sobre o trabalho de juristas alemães vivos. Ocorre por dois motivos básicos: não são aceitos nas universidades alemãs e/ou nãos se dão ao trabalho de aprender alemão. É a velha história, criatura vai para a França fazer doutorado na Université de la Bossorocá e o tema é ‘qualidade da mão de obra no setor do varejo do Rio Grande do Sul’. Chega aqui e dá carteiraço a torto e direito, fala de economia, de inteligência artificial, de relações internacionais, é uma festa. Bobo é quem acredita.

  5. O Brando

    Sistema americano não é igual ao brasileiro (assisti a nomeação da Sotomayor). Para começo de conversa não existe analfabeto funcional questionando. A sabatina dura quatro ou cinco dias. Uma parte é reservada, envolve assuntos de segurança nacional. Existe oitiva de testemunhas. Aqui no Brasil fazem um questionamento de algumas horas e as votações geralmente ocorrem no mesmo dia, como tudo é para inglês ver.
    Tempo de mandato seria copiar os europeus, criaria outros problemas (e tem muita gente interessada nos problemas e no mandato, valem muita grana). Não tiraria Gilmar Mendes, ele tem direito adquirido.
    Está mais para ‘notório não saber’, mas melhor deixar quieto.
    Para o PSOL os EUA é o pior pais do mundo, menos no quesito ‘policia’ querem copiar o sistema americano de qualquer jeito, custe o que custe, ‘duela a quem duela’.

  6. O Brando

    Este negócio de copiar modelo não funciona no Brasil por um motivo muito simples: bate no Congresso e os espertos e cabeças de bagre saem com um ‘vamos aperfeiçoar’ ou ‘vamos adaptar à realidade brasileira’. Ou seja, a ‘cópia’ do país desenvolvido é só desculpa para fazer trampa ou c@g@d@. Nunca sai igual ao paradigma.
    Pressa no plano diretor tinha como justificativa o dinheiro que viria para arrumar as ruas da cidade. Dinheiro não vem mais, pode descansar. Pessoal vai continuar reclamando e os petistas vão continuar colocando a culpa no Pozzobom. É um vaticínio.
    Vereadores vão fazer uma média e agradar as construtoras, poder econômico é o que manda; Depois rola uma contribuição de campanha na eleição. Tudo legal. É parecido com a superintendência da Corsan, fizeram ‘doce’, mas acabaram aprovando.

  7. O Brando

    Congonhas é cheio de prédios ao redor, avião está descendo e dá para ver as pessoas abanando nas sacadas.
    Quem entrou pelo cano várias vezes foi o Bisogno, tentou a AL e a prefeitura e não conseguiu. Mais ou menos como o Fabiano, tentou federal e não conseguiu.
    Falando nisto, como é aquela história de #MeToo mesmo?

    https://www.folhadelondrina.com.br/politica/assedio-a-neta-de-brizola-custa-cargo-de-presidente-do-pdt-489732.html

    https://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1905200417.htm

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