CIDADE. Palacete Batista Seroni, no centro, agora oficialmente tombado, é patrimônio histórico de SM

CIDADE. Palacete Batista Seroni, no centro, agora oficialmente tombado, é patrimônio histórico de SM

CIDADE. Palacete Batista Seroni, no centro, agora oficialmente tombado, é patrimônio histórico de SM - prefeitura-palacetePor ANA BITTENCOURT (texto) e DEISE FACHIN (foto Reunião) e LÍDIA RODRIGUES (foto Arquivo Pessoal/Prédio), da Assessoria de Imprensa da Prefeitura 

O prefeito Jorge Pozzobom formalizou, nesta quinta-feira (29), o tombamento definitivo do prédio do Palacete Batista Seroni, localizado na Rua Floriano Peixoto, nº 1.475, na esquina com a Rua Tuiuti, no Centro de Santa Maria. Pelo documento (Decreto Executivo nº 109, de 27 de setembro de 2018), a edificação está tombada em sua totalidade, incluindo fachada, telhado, volumetria, esquadrias em madeira, adornos e relevos, forros, pisos e divisões.

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Pelo decreto assinado por Jorge Pozzobom, construção de 1932 (foto no alto) passa a ser patrimônio histórico e cultural do Município

O decreto foi assinado pelo chefe do Executivo e por representantes da equipe técnica e pelo membro da Gerência Administrativa do Instituto de Planejamento de Santa Maria (Iplan), Cezar Gehm. A arquiteta, servidora municipal e presidente do Núcleo do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-SM), Lidia Rodrigues, e o presidente do Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Cultural do Município (Comphic), Francisco Queruz, também estiveram presentes no ato.

A construção do prédio foi concluída em 1932 e mantém, até os dias atuais, o mesmo aspecto em sua fachada. Conforme o breve histórico apresentado pelo representante do Iplan, Cezar Gehm, durante muitos anos o prédio foi moradia e comércio. Atualmente, no térreo funciona um estabelecimento comercial e, no piso superior, uma empresa de prestação de serviços.

Tanto o prefeito, quanto Cezar Gehm concordaram que o patrimônio histórico de Santa Maria precisa ser preservado. Desde que assumiu a Prefeitura, em 2017, Jorge Pozzobom já decretou o tombamento do casarão onde funciona a TV Ovo – associação sem fins lucrativos, voltada à formação audiovisual de jovens e à produção de vídeos comunitários e curtas-metragens – e do Altar Monumento do Santuário Basílica da Medianeira. Ambos passaram a ser patrimônio histórico e cultural da cidade.

“A Prefeitura, o Iplan e o Comphic se empenham para preservar os prédios que verdadeiramente fizeram história em Santa Maria e que representam construções valiosas pela arquitetura ou pelo contexto cultural”, afirmou o prefeito.

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3 comentários

  1. roberto almeida

    Não sei porque tanto barulho,p/o Tombamento do Predio da Floriano c/Tuiuti,,realmente o Predio é de uma
    grande Arquitetonia,de 1932,hoje não fazem mais Prédios assim,é aqueles feijão c/arroz p/comercializar,
    no terreo funciona um Estabelecimento Comercial,que a 20 anos gdo vim de POA,tinha uma loja,e tem até hoje
    que era da irmã do Cezar Gehm,não sei se ainda o é,mas não importa,na frente tinha uma grande loja chamada,Emporio Domestico,
    c/Vestuarios e Calçados de 1º Qualidade,lá conheci conversava c/uma Sra.não lembro se era Mafalda,seu nome,uma Sra.fantastica,uma legitima Dama da Sociedade,(não sei se esta Sra.Partiu)mas acredito que deixou saudades,a quem lhe conhecia,pela sua Finesse.
    Comprei algumas vezes nesta Grande Loja….
    Acima era um Consultório Dentário…..
    Finalizando,quem foi ou ainda é o Legitimo herdeiro daquele PALACETE….

  2. Cezar Augusto Gehm

    Roberto.
    A Sra. Mafalda a quem te referiste é a minha mãe. E realmente deixou muita saudades não só para a família, mas a todos com quem ela atendia e se relacionava. Faleceu em 2011.
    O espaço comercial deste prédio, foi locado por meu tio Cirilo Costabeber, sua esposa Milady Gehm Costabeber e seu irmão Osvaldo Antonio Gehm em 1948 e chamava-se Armazém Seroni e seu proprietário chamava-se Batista Seroni.
    Era um armazém de secos e molhados e aí começaram as atividades comerciais das família Costabeber e Gehm em Santa Maria e região a 70 anos atrás. Este prédio hoje tombado pertence a família Gehm.

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