SALA DE DEBATE. Combate à criminalidade urbana e seus métodos. Ah, e algumas questões locais também

SALA DE DEBATE. Combate à criminalidade urbana e seus métodos. Ah, e algumas questões locais também

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O mediador (C), este editor e convidados: Elvandir Costa, Luiz Ernani Araújo, Walter Jobim Neto e Alfeu Bisaque (foto Gabriel Cervi Prado)

É verdade que algumas questões locais sobrevieram. Sobretudo no ultimo bloco. Inclusive sobre o financiamento para acabar com a buraqueira nas vias santa-marienses. Mas, definitivamente, não foi esse o tema principal discutido ao longo do “Sala de Debate” de hoje, entre meio dia e 1 e meia da tarde, na Rádio Antena 1, com a mediação de Roberto Bisogno.

Entre os participantes, incluído este editor, e os convidados desta segunda-feira, Walter Jobim Neto, Alfeu Bisaque Pereira, Elvandir José da Costa e Luiz Ernani Araújo, o graaande assunto, meeesmo, foi o combate à criminalidade no Brasil. E, claro, com ênfase para a ideia surgida no Rio de Janeiro, de utilizaçao de “snipers” para “abater” criminosos. Aliás, um tema no mínimo, mas no mínimo meeeesmo, bastante controverso.

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2 comentários

  1. O Brando

    Esqueceram de dizer que só apreenderam as armas porque o Homeland Security americano avisou.
    Cascata; Nem todos os que não tem atenção viram bandidos.
    Existem entre 250 e 300 áreas do território nacional (número varia conforme a fonte) conhecidas que não estão sob o controle do Estado. Como resolver isto?
    No Haiti havia uma figura diferente da legítima defesa. Trata-se da intenção hostil. A óbvia ameaça do uso de força pelos antagonistas demonstrada através de ação que parece ser preparatória de um ato hostil contra a força de paz.
    Lei de segurança nacional acabou gerando o comando vermelho.
    Trafico migrou da Colombia para o México.

  2. O Brando

    Ninguem propôs porque é uma asneira. Culpar a vitima porque tem dinheiro, que aliás é na maior parte de terceiros.
    Socorrer os infelizes que matam a facadas por causa de um celular. Faça-me o favor.

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