LÁ DO FUNDO. Dinastia Paniz, o próximo(?) fiasco, lugar do MDB, Ana Amélia ex-traidora?, Vargas solo

LÁ DO FUNDO. Dinastia Paniz, o próximo(?) fiasco, lugar do MDB, Ana Amélia ex-traidora?, Vargas solo

Por CLAUDEMIR PEREIRA (com imagens de Reprodução), Editor do Site

LÁ DO FUNDO. Dinastia Paniz, o próximo(?) fiasco, lugar do MDB, Ana Amélia ex-traidora?, Vargas solo - lá-do-fundo-paniz– A confirmada saída de Eroni Paniz Júnior ainda repercute no interior do PP santa-mariense. Há quem diga que mais gente se mandará – e não apenas da família, como o editor apurou.

– Na carta de desfiliação, a que este escriba teve acesso (na imagem ao lado, um excerto) os motivos não são explicitados.

– Em conversa online com pessoas ligadas ao militante, fica-se sabendo que, na opinião dos Paniz, “o partido não valorizou o trabalho e competência dele, depois de 25 anos de filiação”.

– Razões à parte, e já no final do segundo turno da eleição, em que Paniz Júnior apoiou José Ivo Sartori (o PP, lembra-se, estava alinhado a Eduardo Leite), o próprio já adiantava ao editor sua ideia de sair do Partido.

– E assim, a par das razões do agora ex-pepista, não deixa de ser dado histórico interessante: Erony Paniz pai, morto há alguns anos, era uma figura de proa na agremiação conservadora mais importante da cidade. É uma dinastia que se esvai.

– Vem do PP outra situação bastante interessante. A (ainda) senadora Ana Amélia Lemos foi chamada de traidora para baixo por boa parte da agremiação.

– Não custa lembrar que a atitude dela, apoiando (e sendo fiasquentamente derrotada) Geraldo Alckmin, contra a vontade partidária, em sua maioria pró-Bolsonaro, foi alvo de intense tiroteio.

 – Pois, agora, aparentemente, ela passa à condição de “ex-traidora”. Seja porque, ao contrário de outros pepistas gaúchos, pode entrar no governo de Jair Bolsonaro, ou por entrar no governo de Eduardo Leite, ao qual não apoiou.

– Em relação ao MDB, fragorosamente derrotado no País e no Rio Grande do Sul especialmente, há duas certezas entre os analistas.

– A primeira delas, já se consolidando, é a participação e o apoio ao presidente Jair Bolsonaro, dado o histórico fato de os emedebistas gostarem muito de um governo.

– A segunda convicção entre todos é que, não obstante as críticas acerbas no segundo turno, a agremiação de Sartori, Simon e Schirmer vai apoiar o governo Eduardo Leite. Mesmo dizendo que não.

– Ah, e em Santa Maria? Aqui o MDB (goste ou não) já está no governo. Mas será barrado se quiser CCS regionais. O PSDB não deixará, ressalvadas eventuais escolhas pessoais.

– O secretário de Mobilidade Urbana (que dá pitacos na área de Segurança Pública do futuro governo estadual) João Ricardo Vargas deixou a Câmara de Vereadores. Mas a Câmara não o deixou.

– Exemplo concreto? O secretário mantém sua própria assessoria de imprensa, até porque voltará ao Legislativo em algum momento. Ela não trata, porém, de questões administrativas do Executivo (para isso tem a Comunicação da Prefeitura).

– Então, para que serve a assessoria, que ocupa função de confiança do secretário-edil? Para divulgar as ações políticas – típicas, convenhamos, de parlamentar.

– Para fechar, uma pergunta inevitável: depois dos últimos fiascos do Legislativo, relatados aqui no site pelo repórter Maiquel Rosauro (investigação sem registro da atuação da Professor Luci e audiência pública sem convidar o interessado), qual será o próximo forrobodó?



1 comentário

  1. O Brando

    Dinastias terminam,
    Estão chutando o destino de Ana Amélia.
    PMDB não terá CC’s regionais porque foi derrotado nas urnas e, óbvio, em todo lugar tem gente que apoiou a chapa vitoriosa e quer uma boquinha.
    Secretaria de mobilidade tem como titular um coronel da brigada. O adjunto é formado em direito. Uma coordenadoria que é ocupada por funcionário de carreira. E uma superintendência ocupada por um engenheiro civil (que pode ou não ter estudado a fundo o assunto, pessoal da UFSM costuma se concentrar em edificações). Parte das atribuições do setor fica no Instituto de Planejamento.

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