SALA DE DEBATE. 150 anos do Coronel Niederauer, ainda a “escola sem partido”, as quotas migratórias...

SALA DE DEBATE. 150 anos do Coronel Niederauer, ainda a “escola sem partido”, as quotas migratórias…

SALA DE DEBATE. 150 anos do Coronel Niederauer, ainda a “escola sem partido”, as quotas migratórias... - sala-8

O editor (E), mediador Bisogno e os convidados Werner Rempel, Ruy Giffoni, Eduardo Rolim e Giorgio Forgiarini (foto Gabriel Cervi Prado)

Um pouco de história. E importante, na verdade. Foi o que aconteceu sobretudo no início do “Sala de Debate” desta quinta-feira, em que a lembrança dos 150 anos do coronel João Niederauer Sobrinho, figura importante na trajetória de Santa Maria, tomou conta. Mais adiante, no programa conduzido por Roberto Bisogno, a história ressurgiria, na forma da discussão sobre as quotas migratórias e a vinda, para o Brasil, dos imigrantes europeus.

Com a participação deste editor e dos convidados do dia, Ruy Giffoni, Werner Rempel, Eduardo Rolim e Giorgio Forgiarini, também houve debate, em alguns momentos candente, sobre a tal “Escola sem partido. O retorno do tema houve por conta de provocação feita em torno do artigo de Giffoni na edição de hoje do Diário de Santa Maria, a propósito de episódios de ocupação do plenáro e o protesto por manifestantes, há cerca de duas semanas.

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8 comentários

  1. O Brando

    Podem acreditar no que quiser. Mais novo já deve ter passado dos 60 anos. Coerência ideológica da centro esquerda simplesmente porque são atrasados, não entendem o momento histórico em que vivem.
    População não é tão besta assim. Ninguém pode deixar de apresentar resultado e usar uma desculpa ideológica. Falta de capacidade para gerir o público não pode ter desculpa ideológica. Postergar resultados para um futuro brilhante que a ideologia prevê também não é aceitável. Ideologia não serve de desculpa para roubar.
    Bucha de canhão de Itororó. Havia uma certa competição entre exército e guarda nacional naquela época. Niederauer nunca passou de coronel porque era da guarda. Era cavalariano. Hoje dá nome a uma brigada de infantaria.
    Borges do Canto era de Rio Pardo. Desertou dos Dragões do Rio Pardo e as más línguas falam em contrabando e abigeato. Maneco Pedroso ninguém sabe onde nasceu.

  2. O Brando

    Santa Maria sempre teve muito puxa-sacos. Vide a quantidade de ruas com nomes de gente com poder. Também não faltam as eventuais nulidades. Alás, não faltam fraudes ambulantes hoje em dia candidatas a nome de rua no futuro.
    Casarão foi invadido num ano destes e alguns edis foram colocados a correr. Rempel não estava entre eles?
    Irracionalidade uma pinóia. DCE, seção sindical dos docentes da UFSM. Questão é que a repercussão foi ruim e tiveram que recuar. Só que ao tempo da invasão do plenário na sessão de votação da moção não havia garantia nenhuma de que a mesma seria votada. Engenheiro de obra pronta montando raciocínio em cima de fatos passados como se fossem inevitáveis.
    Outra falácia, não é necessário falar em Marx para haver doutrinação. Vermelhinhos acham que são espertos. Falam em ‘outro mundo é possível’, formamos ‘agentes transformadores da sociedade’, são gramscianos, negócio deles é cozinhar o galo.
    Se fosse como foi dito, em nenhum lugar do mundo as instituições iriam para o vinagre.
    Voltaire virou uma espécie de santo na revolução francesa.
    Achar que tudo se resolve conversando é ideológico.

  3. O Brando

    Não dá tempo de falar em tudo, é necessário viabilizar a atividade docente. Fala-se majoritariamente nos vermelhinhos. Falácia.
    Juros, taxas de capitalização são coisas utilizadas diariamente. Mais valia é coisa do tio Carlos. As disciplinas que abordam os assuntos são diferentes.
    Acordo de Paris é um debate para dementes. Pessoal ‘do bem’ é a favor, pessoal ‘do mal’ é contra. Maioria não leu o documento. Só se tecem loas ao acordo, as críticas sérias são silenciadas, empurradas para baixo do tapete. Assinatura ocorreu em 2015. Artigos publicados na revista Nature em 2017 dão conta que nenhum dos países industrializados implementaram as políticas que disseram que iriam implementar e nem reduziram as emissões. Cereja do bolo é a reforma tributária desastrosa na França, queriam taxar a energia. Deu no que deu.

  4. O Brando

    RBS numa época tinha um slogam, ‘onde quer que um gaúcho seja notícia’. Este tipo de bairrismo deu bastante certo.
    Tudo passa, isto é certo. Ponto positivo é que a velharada vai parar de encher o saco com o AI5.
    Ricardo Felício não é Ph.D., fez doutorado na USP e aquela universidade não concede este título.
    Existem os que negam o aquecimento global. Existem os que reconhecem, mas dizem que a causa não é antropogênica. Outros dizem que ocorre e é antropogênica. Outros dizem que as projeções estão completamente furadas (modelo utilizado já furou, temperatura não subiu como deveria por causas não determinadas, só existe mimimi). Outros vão dizer que a causa do aquecimento global é o capitalismo e a solução é ‘vamos sentar para debater’ (ou seja, socialismo e todos são obrigados a concordar). Ciência não é questão de opinião, havia uma época que todos achavam que a terra era plana. Climategate, refere-se a e-mails hackeados que mostraram um monte de sujeira debaixo do tapete do aquecimento global.

  5. O Brando

    Com aquecimento ou sem aquecimento não é moralmente defensável poluir, desmatar e destroçar o meio ambiente. Há que se tomar cuidado neste debate.
    A moeda tem dois lados. Mas se um meteoro de mil toneladas se chocar com o planeta amanhã c’est fini. Existem coisas que não são questão de opinião, se tudo fosse assim qualquer imbecil poderia falar qualquer coisa sobre tudo. Relativismo é o nome da coisa.
    Primeiras colônias alemãs foram na Bahia e no RJ, deram errado. Ou seja, ‘cotas’ que deram errado?
    Há os que receberam terras, enxadas, etc. e pagaram pelo que receberam. Esta parte vai ficar de fora também? Pela causa?
    Editor dando uma força para o ‘cumpanheiro’.
    ‘Prodigalidade ostentosa’ é expressão utilizada por UM tal senhor Vergueiro no jornal ‘A Aurora Fluminense’ em 1828.
    Identidade nacional não tem nada a ver com fenótipo, tem a ver com outras coisas.

    • O Brando

      Lembro da entrevista. Sujeito é Ph.D., fez o doutorado nos EUA. Alás, nos US, particularmente no MIT, dependendo do departamento, é oferecido o Ph.D. e/ou o Sc.D., ou seja, doutorado em filosofia (em diversos campos do conhecimento) ou doutorado em ciências. Alguns tupiniquins fazem doutorado na Bossoroca e dizem que são Ph.D.. Outros acham que Ph.D. é o pós-doutorado.
      Pós doutorado surgiu como um estágio de atualização para quem já concluiu o doutorado. Muitos utilizam para ‘trocar de área’, outros como cabide enquanto não passam no concurso para o magistério, ou seja, viram mão de obra altamente qualificada e barata.
      Já o assunto ‘aquecimento global’ é bastante complexo, não tenho como avaliar a entrevista do vídeo. Meio ambiente tem valor por si só, não precisa de outros argumentos para ser protegido.

  6. O Brando

    Chamar de brasileiro não é nada, alás qualquer pelo duro é tratado assim pelas colônias deste país. Diacho é ficar falando em dialeto para marcar a distinção.
    Piadas de gaúcho à parte existe estado da federação onde se considera mulher vinda de outro determinado estado como prostituta e homem vindo do mesmo local como bandido.
    Salvo melhor juízo, para ajojar é necessário que os bois sejam aspados. RsRsRs

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