BASTIDORES. As dúvidas do governo Pozzobom, contraponto da presidente do PP, PROS, PP e mais…

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Sandra Rebelato: “as relações do PP com o Governo Municipal, com o PSDB e com o prefeito Jorge Pozzobom são as melhores possíveis”

Por MAIQUEL ROSAURO (com fotos de Divulgação), da Equipe do Site

O governo Pozzobom tem uma nova missão neste início de ano: encontrar um articulador para fazer a interligação entre Executivo e Legislativo. As duas pessoas que cumpriram esta função, em 2018, já não estão disponíveis.

O assessor superior do prefeito, Paulo Airton Denardin (PP), está de saída da Administração Municipal e passará a atuar como assessor regional do deputado federal eleito Pedro Westphalen (PP). Já o subchefe da Casa Civil, Marco Mascarenhas (DEM), foi anunciado na segunda-feira (28) como novo secretário municipal de Gestão.

O atual superintendente de Comunicação, Ramiro Guimarães, assumirá o lugar de Denardin, porém o jornalista não deverá atuar junto aos vereadores.

Para o cargo de articulador, o prefeito Jorge Pozzobom (PSDB) precisará encontrar um profissional que tenha tanto uma atuação técnica quanto política e, principalmente, possua bom trânsito junto à oposição.

O novo líder do governo

Outra preocupação deverá ser encontrar um novo líder do governo na Câmara. João Chaves (PSDB), que cumpriu a função ano passado, está voltando à Secretaria de Desenvolvimento Social.

Em 2017, Manoel Badke – Maneco (DEM) foi o líder do governo. Se Pozzobom investir em um rodízio, despontam como favoritos Admar Pozzobom (PSDB) e Juliano Soares – Juba (PSDB), dois parlamentares com perfil para o debate político que a função exige.

Moacir assediado

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Cortejado por possíveis candidatos a prefeito, Moacir Alves, do PROS, trabalha para formar uma coligação com PPS e outras três siglas

O presidente municipal do PROS, Moacir da Rosa Alves, vem sendo cortejado por candidatos que pretendem concorrer à Prefeitura em 2020. O sonho é ter Alves para compor a chapa na figura de vice.

Por outro lado, a Executiva Municipal do PROS e o presidente estadual da sigla, Wambert di Lorenzo, sonham em ver Alves concorrendo a chefe do Executivo.

Bronca do PROS

Hoje, o PROS faz parte do governo Pozzobom, mas sem expressividade na Administração, uma vez que não possui representante no Legislativo. Dentro da sigla há um forte sentimento de desmerecimento por parte da chapa que ajudou a eleger o tucano, uma vez a legenda foi uma das primeiras a embarcar na coligação.

“Moacir por diversas vezes foi sondado por membros do Executivo para cargos ligados a sua área de atuação, a saúde, já que foi Coordenador Regional de Saúde no Governo Sartori, com atuação mais recente na pasta da Saúde em Silveira Martins. Porém, ele sempre é preterido a nomes com mais expressividade política e com mandatos”, comenta uma fonte do site.

PROS e PPS juntos

Semanalmente, nos últimos dois meses, Alves e o presidente do PPS/SM, Arthur Heinz, têm realizado reuniões com outras três lideranças partidárias a fim de construir uma aliança para 2020.

O site apurou que participam das reuniões com o PROS e o PPS líderes de partidos de direita, sendo que um inclusive possui representação na Câmara.

A nota do PP

A presidente do PP/SM, Sandra Rebelato, enviou ao site uma nota sobre a situação da sigla no governo Pozzobom. Confira na íntegra:

Com relação às afirmações veiculadas recentemente mencionando eventual fúria ou descontentamento do Partido Progressista (PP) em virtude de uma suposta diminuição da participação da legenda no Executivo, é importante esclarecer alguns pontos. Em primeiro lugar, as relações do PP com o Governo Municipal, com o PSDB e com o prefeito Jorge Pozzobom são as melhores possíveis. O nosso partido possui importantes quadros compondo a Administração, os quais estão, assim, como todos nossos filiados, militantes e apoiadores, totalmente comprometidos em fazer o melhor por Santa Maria. 

Em 2016, aos ser convidado para integrar a chapa majoritária na disputa eleitoral, indicando o candidato a vice-prefeito Sérgio Cechin, o PP aceitou fazer de um projeto de renovação, que buscava o melhor para a nossa cidade. E, de lá, para cá, esse compromisso só se reforçou e aumentou. Além das funções que já desempenha desde o início da gestão, o nosso partido foi chamado para assumir o comando da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, com o nosso vice-prefeito Sérgio Cechin, comprovando, mais uma vez, o prestígio e a importância do PP dentro da Administração Municipal. 

Assim, o diretório municipal progressista reafirma a parceria e o compromisso com o Governo, reconhecendo, é claro, que a valorização partidária é pauta constante e natural. Pois é por meio dessa constante avaliação crítica que a legenda se fortalece, conquistando espaços mais representativos na política santa-mariense. E o grande exemplo disso é a nossa vereadora Dra Cida Brizola, atual presidente da Câmara Municipal. Por fim, cabe lamentar que insinuações sobre desentendimentos do PP com o PSDB ou com qualquer outro partido da base governista acabem ganhando algum destaque na imprensa. Quem faz isso é apenas por estar torcendo contra Santa Maria. Felizmente, essa não é a postura do Partido Progressista.

Sandra Rebelato

Presidente Municipal do Partido Progressista



2 comentários

  1. O Brando

    Cenário atual, sujeito a chuvas e trovoadas, para 2020 é o seguinte: Cladistone, um candidato do PT (teoricamente seria da corrente do Pimenta, só que não tem ninguém que decole; chance maior é um dos irmãos Oliveira) e um punhado de candidatos com pouca chance (Bisogno, Fabiano talvez) ou nenhuma chance (os demais). O resto é colunismo social.
    Fúria do PP. Óbvio que o jornalista não entrevistou todos os integrantes da agremiação e nem fizeram uma assembleia para decidir o assunto. Logo é manchete para ‘vender jornal’ e/ou desqualificar um partido de direita, fazer barulho. Muitos partidos são feudos com siglas (inclusive na esquerda, todos sabem quem manda no PT da aldeia) e os ‘senhores’ podem até terem ficado brabos, mas aí é outra história. Site da revista Época no final de semana informava que os milicos estavam brabos porque B17 não queria entregar o osso para Mourão enquanto estivesse na cirurgia/recuperação. Site da Veja já informava que o general assumiria por 48 horas.
    Uma coisa é não conseguir abstrair a própria ideologia, outra é usar a profissão deliberadamente para fins comerciais ou benefício de uma causa.

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