ESTADO. R$ 3 bilhões de contas penduradas estão a espera de Eduardo Leite, que assume o Palácio Piratini

ESTADO. R$ 3 bilhões de contas penduradas estão a espera de Eduardo Leite, que assume o Palácio Piratini

ESTADO. R$ 3 bilhões de contas penduradas estão a espera de Eduardo Leite, que assume o Palácio Piratini - correio-leite

Débitos em atraso incluirão parte significativa da folha de pagamento dos servidores relativa a dezembro, esperando pelo novo governador

Se o ritual for seguido fielmente, às 4 da tarde desta terça-feira, no Palácio Farroupilha, Eduardo Leite (PSDB) e Ranolfo Vieira Júnior (PTB), serão formalmente empossados governador e vice do Rio Grande do Sul, por um período de quatro anos. Uma hora depois, atravessando a rua, no Palácio Piratini, Leite receberá o cargo do atual ocupante do cargo, José Ivo Sartori.

A partir de então, será responsabilidade do tucano e seu parceiro de chapa gerir o Estado. De cara, um de vários problemas estará diante do governador, as contas atrasadas. E não é pouca coisa, como você pode conferir no material disponível na versão online do jornal Correio do Povo. O texto é de Taline Oppitz, com foto de Reprodução. A seguir:

Leite assume com mais de R$ 3 bilhões de contas atrasadas

O governador eleito Eduardo Leite (PSDB), que toma posse nesta terça-feira, dia 1º de janeiro, assumirá o Piratini com uma série de pendências que dependem de solução urgente e de curto prazo. Segundo o Orçamento do Estado para 2019, a estimativa de déficit para 2019 é de R$ 7,4 bilhões. Leite se sentará na cadeira de governador, no entanto, tendo de administrar passivo superior a R$ 3 bilhões em contas que deveriam ter sido quitadas até o último dia do mandato de José Ivo Sartori (MDB), que não foram saldadas por falta de recursos.

Os débitos em atraso incluirão parte significativa da folha de pagamento dos servidores relativa a dezembro, aproximadamente R$ 1,1 bilhão, todo o valor referente ao 13º salário, que foi parcelado em 12 vezes, no total de R$ 1,5 bilhão, além de pendências com fornecedores, de cerca de 40 dias de atraso, com o Instituto de Previdência do Estado e em repasses para a área da saúde. A gestão Sartori quitou a folha de novembro apenas na última quinta-feira, dia 27 de dezembro, e começou a pagar a folha do mês no dia seguinte, mas com depósitos irrisórios.

Além do montante atrasado, superior a R$ 3 bilhões, Leite herdará um passivo de R$ 3,8 bilhões, acumulados desde 2 de agosto de 2017, quando o Rio Grande do Sul deixou de pagar o serviço mensal da dívida com a União. A suspensão se deu em função de decisão liminar do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, em ação do governo Sartori questionando a dívida.”

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