CONGRESSO. Após muita confusão e duas votações, Davi Alcolumbre, do DEM, é o presidente do Senado

CONGRESSO. Após muita confusão e duas votações, Davi Alcolumbre, do DEM, é o presidente do Senado

CONGRESSO. Após muita confusão e duas votações, Davi Alcolumbre, do DEM, é o presidente do Senado - senado-alcolumbre

Davi Alcolumbre, absolutamente desconhecido na maioria do País, com apoio dos anti-Renan, tornou-se o novo presidente do Senado

Do site o jornal Correio do Povo, com foto de FABIO RODRIGUES POZZEBOM, da Agência Brasil

Enfim, encerrou a votação para a presidência do Senado. Davi Alcolumbre (DEM) foi eleito neste sábado após mais um dia tenso no plenário da Casa. O senador democrata obteve 42 votos. Ângelo Coronel (PSD) teve 8; Espiridião Amin (PP), 13; Fernando Collor (Pros), 3 votos e Reguffe (sem partido-DF), 6 votos.

Após os senadores decidirem revelar o voto e o entorno do senador Renan Calheiros perceber que ele perderia a eleição, Renan subiu à tribuna e anunciou que o adversário Davi Alcolumbre (DEM) seria o próximo presidente da Casa. “Queriam abrir o voto para constranger a maioria, então paciência”, disse. “Não vou me submeter.”

A partir do movimento, senadores do grupo de Renan pediram para que a votação fosse refeita pela terceira vez, o que não foi aceito. Ela já havia sido repetida após a contagem dos votos revelar que havia 82 cédulas na primeira votação, um a mais do que o número de senadores na Casa. A decisão de senadores de exibirem suas cédulas se deu após o plenário aprovar, na sexta-feira, 1º, que a votação seria aberta.

Noite de sexta-feira tensa

Após mais de cinco horas, em uma sessão marcada por tumultos, a votação foi adiada para este sábado, 2. Na madrugada deste sábado, porém, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, acatou um pedido do MDB e do Solidariedade para que a votação do próximo presidente do Senado fosse secreta, como consta no Regimento Interno.

Assim que o senador Renan Calheiros retirou a sua candidatura à presidência do Senado, a sua correligionária, senadora Simone Tebet (MDB-MS), comemorou. Ela foi preterida dentro do partido, que indicou Renan para a disputa ao cargo. Desde o início das articulações para o pleito, ela se opôs ao senador. “Não teve macho, mas teve mulher para derrubar esse coronel. Preferia voltar para a minha cidade e ser prefeita a ter esse MDB aqui”, disse ao abraçar Regina Perondi, esposa do ex-deputado Darcísio Perondi (MDB-RS).

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1 comentário

  1. O Brando

    Patotinha do Renan: Eduardo Braga, Jader Barbalho, Katia Abreu (cuja madrinha de casamento foi Dilma, a humilde e capaz). Importante não era tanto as reformas ou a pauta dos costumes. Renan poderia peitar o STF na questão da ‘Lava a Jato’. Alagoano está se lixando para reformas, tem o feudo dele e o futuro da família garantido.
    Se aconteceu uma gatopardização do Congresso é cedo para dizer.

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