CRÔNICA. Pylla Kroth e uma infância que tinha tudo para ser santa. Até ser expulso do grupo de coroinhas

CRÔNICA. Pylla Kroth e uma infância que tinha tudo para ser santa. Até ser expulso do grupo de coroinhas

CRÔNICA. Pylla Kroth e uma infância que tinha tudo para ser santa. Até ser expulso do grupo de coroinhas - pylla-chamada“…Não demorou muito e fui convidado para ser um dos coroinhas a serviço dos três padres da casa canônica que se revezavam nas missas semanais. Naquele lugarejo existiu um dos melhores seminários sacerdotais do estado, o Seminário Sagrado Coração de Jesus. Se não me engano, eram uns cem seminaristas internos que meio expediente estudavam Teologia lá, e no outro turno iam pro colégio ginasial da cidade.

Quem comandava tudo aquilo era o temido Cônego Bento, uma figura de cara amarrada e pouca conversa, que até revólver usava para dar uns tiros em quem se atrevera invadir a propriedade dos padres para roubar frutas do pomar, galinhas dos galinheiros e tomar banho na piscina feita de pedras em meio uma vertente de água que…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Coroinha “santinho””, de Pylla Kroth. O autor  é considerado dinossauro do Rock de Santa Maria e um ícone local do gênero no qual está há mais de 34 anos, desde a Banda Thanos, que foi a primeira do gênero heavy metal na cidade, no início dos anos 80. O grande marco da carreira de Pylla foi sua atuação como vocalista da Banda Fuga, de 1987 a 1996. Atualmente, sua banda é a Pylla C14. Pylla Kroth escreve semanalmente neste espaço.

OBSERVAÇÃO DO EDITOR: a imagem que ilustra esta nota é uma reprodução de internet.



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