SALA DE DEBATE. Comércio nos feriados, domingos sem supermercado, ocupação dos espaços públicos...

SALA DE DEBATE. Comércio nos feriados, domingos sem supermercado, ocupação dos espaços públicos…

SALA DE DEBATE. Comércio nos feriados, domingos sem supermercado, ocupação dos espaços públicos... - sala-7

O editor (E), o mediador Bisogno e convidados: Giorgio Forgiarini, Werner Rempel, Ruy Giffoni e Eduardo Rolim (foto Gabriel Cervi Prado)

Uma tema recorrente nos últimos meses, combinado com outro que, regularmente, sempre aparece. O primeiro é a abertura do comércio santa-mariense nos feriados, discussão que ficou bastante forte por conta da provável vinda para a cidade do superbazar catarinense Havan. O segundo, que já soma um punhado de anos, é o acordo entre patrões e empregados, que impede a abertura dos supermercados locais aos domingos.

Um e outro assuntos pontificaram em boa parte do “Sala de Debate” de hoje, na Rádio Antena 1, entre meio dia e 1 e meia. Mas houve mais. Bem mais até, no programa que, ancorado por Roberto Bisogno e com a presença deste editor, teve como convidados Giorgio Forgiarini, Werner Rempel, Ruy Giffoni e Eduardo Rolim.

Aqui, a ocupação dos espaços públicos, o transporte urbano (peculiarmente o coletivo e os subsídios, entre os quais a passagem gratuita para idosos) e, especialmente, as questões que historicamente colocam Santa Maria como um importante polo regional, receberam a devida atenção, sempre com a participação fundamental dos ouvintes do “Sala”.

PARA OUVIR O “SALA”” DE HOJE, BLOCO POR BLOCO, CLIQUE NOS LINQUES ABAIXO!!!

 



1 comentário

  1. O Brando

    Santa Maria não tem assuntos novos, tem revezamento de assuntos antigos.
    Resumo da conversa do superbazar: vai quebrar gente. Centro velho já está em decadência e não é nada que não tenha acontecido em outras cidades.
    Maior gratuidade, se não me engano, é para os estudantes. O que é bom, sobra mais para a cerveja, pelo menos para alguns.
    Teoria da conspiração do subsídio para as curvas das ferrovias. Obvio que não se sustenta. O começo da coisa foi na época do Antônio Chimango e não consta que o sujeito era burro de cair numa esparrela destas. Além das coxilhas e serras, existem também os banhados onde era necessário desviar para não transportar aterro em carretas puxadas por bois. Aconteceu também pressão política, gente graúda querendo linha férrea passando perto (ou dentro) das próprias terras. No final, com os mesmos argumentos de hoje, falta de manutenção, má qualidade do serviço, horários, etc. acabou acontecendo uma espécie de confisco.
    Desenvolvimento econômico da cidade teria que ser rediscutido em termos mais realistas, mas o ufanismo, o marketing pessoal de alguns e otimismo exacerbado não permitem. Imagino o que aconteceria se o governo federal começasse a parcelar salários como o estadual.

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