SALA DE DEBATE. Importância da Calourada, a obra na avenida Rio Branco, primeiros tempos de Bolsonaro

SALA DE DEBATE. Importância da Calourada, a obra na avenida Rio Branco, primeiros tempos de Bolsonaro

SALA DE DEBATE. Importância da Calourada, a obra na avenida Rio Branco, primeiros tempos de Bolsonaro - sala-4

Editor (E), âncora Bisogno (C) e convidados: Elvandir Costa, Luiz Ernani Araújo, Walter Jobim Neto e Alfeu Bisaque (foto Gabriel C. Prado)

O retorno de dois convidados habituais e que estavam em férias, somado ao conjunto de opiniões dos demais e pronto: está garantido um animado “Sala de Debate” o desta segunda-feira, entre meio dia e 1  e meia da tarde, na Rádio Antena 1. Chegaram hoje Walter Jobim Neto e Alfeu Bisaque Pereira. Já estavam na cidade, Luiz Ernani Araújo e Elvandir José da Costa. Este quarteto e este editor, além do âncora Roberto Bisogno, compuseram a equipe de hoje do programa.

Mas, e do que se tratou neste dia, por sinal. A abertura foi com a Calourada, e até as obras na Avenida Rio Brando, que impactam sobre a cidade inteira. Sim, haverá mudanças importantes, particularmente no trânsito. Mas o grande assunto, meeesmo, inclusive com muitas variantes e grande participação dos ouvintes, foram os primeiros tempos de Jair Bolsonaro na Presidência da República. E… E.. E…

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4 comentários

  1. O Brando

    Kuakuakuakuakua! Sujeito estabelece a própria ‘autoridade’ citando uma disciplina de um curso que não concluiu, cujo conteúdo foi muito alterado depois de 88 (ou seja, constituição era outra) , usou como referência uma professora que a maioria não sabe quem é (e que não está presente) e ’em passant’ desqualificou um ex-desembargador (não era ele o professor da matéria, logo não pode desautorizar o que a tal professora teria ensinado). Tudo isto para mais uma daquelas, tramitação de propostas de emenda a constituição. Não existe limitação nos moldes citados nem na constituição e nem nos regimentos do Congresso.
    Conveniência politica de duas emendas importantes tramitando simultaneamente é outra coisa.
    Porém há controvérsias. Primeira é que a proposta pode ir para o Congresso, não quer dizer que irá. Segunda, a desvinculação (parte de novo pacto federativo) é interesse dos estados e municípios. Terceira, já foi algo tentado antes e foi discutido na campanha (o tal orçamento base zero). Quarta, enquanto a reforma da previdência tramita na Câmara, o Senado não fica ‘parado’ (a nova proposta começa pela câmara alta).

  2. O Brando

    Desvantagem da desvinculação: pode diminuir os recursos em saúde e educação (se a população não se envolver e não fizer pressão); o orçamento fica mais na mão dos parlamentares. Vantagens: orçamento fica mais realista, ficções e contingenciamentos tendem a diminuir; emendas parlamentares tendem a perder importância, índices de reajustes impossíveis deixam de existir.

  3. O Brando

    Votei no B17 e votei no Collor. Motivo é simples. Já foi comentado que os vermelhinhos se definem pela negação dos outros. Nos dois casos o mote era ‘não vote em fulano’, sendo que a alternativa era um candidato vermelhinho. Quem não sufragasse B17 tinha três alternativas: branco, nulo ou Andrade. Quem não sufragasse Collor também tinha três opções: branco, nulo ou Molusco.
    Daí surge o assunto, ‘se o Andrade fosse eleito viraríamos a Venezuela’. Não seria imediato, não por falta de vontade, mas pelas circunstâncias. No país do norte os militares se venderam. Aqui, já avaliando o impeachment em maio de 2016 o Partido dos Trabalhadores emitiu uma resolução sobre conjuntura dizendo o seguinte: ‘Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; MODIFICAR OS CURRÍCULOS DAS ACADEMIAS MILITARES. PROMOVER OFICIAIS COM COMPROMISSO DEMOCRÁTICO E NACIONALISTA; FORTALECER A ALA MAIS AVANÇADA DO ITAMARATY […]’.

  4. O Brando

    Não confio em vermelhinho nem quando dá ‘bom dia’. Simplifica o assunto.
    B17 é tosco, tem os vínculos familiares (‘demitir’ os filhos não vai). Muitas das críticas são cabíveis, apesar de um tanto exageradas. Algumas dirigem-se a frutos de cálculos políticos, corretos ou não.
    Vermelhinhos (incluindo muitos jornalistas) estão na tática do desgaste de imagem, nada que o governo faz presta ou está certo. Já era esperado e, convenhamos, não têm capacidade para muito mais.
    Burocratas, dos que passam a vida esfregando a barriga na mesa no conforto do ar-condicionado, são dados a platonismos, acham que o mundo existe para satisfazer as próprias expectativas.
    Pessoal mais realista sabe que deve-se lidar com o mundo como ele é, que o que acontece no mundo real é o que conta. Nenhuma proposta está certa ou errada a priori só porque é diferente. Resultado é o que se vê na rua, não o que se lê no texto.

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