SALA DE DEBATE. Tecnologia e segurança, a tragédia da escola de Suzano, menores e a legislação brasileira

SALA DE DEBATE. Tecnologia e segurança, a tragédia da escola de Suzano, menores e a legislação brasileira

SALA DE DEBATE. Tecnologia e segurança, a tragédia da escola de Suzano, menores e a legislação brasileira - sala-6

Este editor (E), o âncora Roberto Bisogno (C) e convidados: Alfran Caputi, Elizabeth Copetti, Eni Celidonio e João Marcos Adede Y Castro

Como habitualmente ocorre às quartas-feiras, inclusive pelo perfil dos convidados, o “Sala de Debate” se debruçou sobre temas distintos ao longo da hora e meia, a partir do meio dia, na Rádio Antena 1.  Para começar, e por conta de fraude em cartão de crédito, a tecnologia de informação e a segurança foram assunto para os convidados do dia Alfran Caputi, Elizabeth Copetti, Eni Celidonio e João Marcos Adede Y Castro.

Com a mediação de Roberto Bisogno, a participação deste editor e a interação com muitos ouvintes, o “Sala” tratou também de pelo menos outros dois temas. Um, bem do momento, a tragédia acontecida esta manhã em Suzano, na Grande São Paulo, com pelo menos 10 mortos (até aqui) e 15 feridos, numa escolar estadual daquela cidade. Outro, por conta de um caso específico envolvendo uma moça de 16 anos que deseja (contrariando o desejo da mãe) casar-se, a legislação que trata dos menores nessa situação específica.

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4 comentários

  1. O Brando

    Salvo melhor juízo não extingue a punibilidade desde 2005, art. 107, governo Molusco.
    Se a cliente tem de 16 para 17 anos para casar precisa de autorização dos pais (ou seja, nada a ver com a modificação legal). Se a denegação for injusta pode ser suprida pelo juiz. Está no Código Civil.
    De novo, o artigo modificado não altera o caso citado.
    Eca? Instituiu a semana de prevenção de gravidez na adolescência. Alguém avise Ofélia, a que abre a boca quando tem certeza, que não tem nada a ver.

  2. O Brando

    Se a mãe entrar com ação de busca e apreensão da menor (que pode ou não resultar em alguma coisa) estará exercendo um direito. Problema dela e do advogado da parte contrária, não da sociedade.
    Só um pouquinho. Lei sancionada tramita desde 2017 (é bom dar uma olhada na tramitação e na justificativa antes de opinar), autora da proposta é filha do Nelson Carneiro que, apesar de estar no DEM, tem propostas mais parecidas com as do PSOL, é ligada a defesa dos direitos da mulher. Pois bem, digamos que o B17 exercesse o direito do veto. Iria ‘tomar pau’ por vetar uma lei que ‘defende as mulheres’. Não iria gastar capital politico para defender o veto. Cai o veto e a manchete é ‘governo sofre nova derrota’. Como se vê, aquele negócio entre as orelhas não serve só para pendurar o rosto.
    Problema dos princípios é simples. De uns tempos para cá começaram a aplicar os princípios e ignorar o ‘texto’. Segurança jurídica foi para as cucuias. Juízes decidindo conforme ‘dá na veneta’. Advogados usam o texto quando convém e os princípios quando é mais conveniente.

  3. O Brando

    Usando o microfone para resolver um problema do escritório.
    Pessoal do atendimento também tem dias ruins.
    Opa. ‘Eu fiquei tão apavorada, me pediram tanta coisa, tanta coisa, que eu falei esquece a …(cita um plano de saúde) que vou pagar esta porcaria’. ‘Eu sou dessas, sô cheia que sô uma praga’. ‘Esquece que eu vou pagar esta merreca’. Fiquei na dúvida. Burocracia nestes casos não é nada fácil. Pessoas se irritando com a burocracia não é incomum. Ouvir um lado só não seria justo.
    Mais um sermão irrelevante do Bisonho.
    História do J.J. Camargo é da época que estudava nos EUA, ou seja, meados da década de 70 (supondo que seja um caso verídico). Cita a política dos médicos americanos de sempre dizer a verdade, no máximo omitir alguma coisa. De um único caso ele extrapolou para o país inteiro. Médico omitindo informações no país ianque pode ter repercussões no campo da responsabilidade civil . Pelo artigo, o paciente estava refugando analgésicos, mesmo morando sozinho, num ambiente rural e sem família. Ou seja, não tinha ‘caído a ficha’.

  4. O Brando

    Entonação utilizada na dramatização obviamente não estava na ZH. Alás, nem precisava ir muito longe, maioria sabe o nome de um cirurgião, de um neurologista, etc. que é meio desconectado.
    Pessoal de saúde tem seus mecanismos de defesa. Vamos combinar que alguns setores são ‘maquinas de moer’ carne psicológica.

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