SALA DE DEBATE. Triste realidade dos feminicídios, situação das estradas gaúchas, o fim da privacidade...

SALA DE DEBATE. Triste realidade dos feminicídios, situação das estradas gaúchas, o fim da privacidade…

SALA DE DEBATE. Triste realidade dos feminicídios, situação das estradas gaúchas, o fim da privacidade... - sala-14

Editor (E), âncora Bisogno e convidados: Elvandir Costa, Luiz Ernani Araújo, Walter Jobim Neto e Alfeu Bisaque (foto Gabriel Cervi Prado)

Discussões acirradas, ainda que em boa parte com convergência de opiniões, sem falar na intensa e não rado elucidativa interferência dos ouvintes. Assim, pode-se dizer, se comportou na maior parte do tempo, hoje, o “Sala de Debate”, na Rádio Antena 1, entre meio dia e 1 e meia da tarde. A ancoragem foi de Roberto Bisogno, co a participação deste editor e dos convidados do dia, Elvandir José da Costa, Luiz Ernani Araújo, Walter Jobim Neto e Alfeu Bisaque Pereira.

Mas, afinal, do que se tratou, nesta segunda-feira. Simplificadamente (sim, houve outros assuntos também), três temas se destacaram. Um, o triste aumento dos casos de agressões (e, no extremo, os feminicídios) às mulheres. Outro, a crescente interferência dos poderes de Estado, nas relações individuais, com a privacidade indo ao beleléu. E um terceiro, a proposta do Governo do Estado, de conceder à iniciativa privada a gestão (e a duplicação, inclusive) de rodovias gaúchas, inclusive a RSC 287 – que liga Santa Maria a Porto Alegre.

PARA OUVIR O “SALA” DE HOJE, BLOCO POR BLOCO, CLIQUE NOS LINQUES ABAIXO!!!

 



4 comentários

  1. O Brando

    Mulheres: um amontoado de chavões e lugares comuns. Passo. Não faltou nada, ‘o problema é muito maior’ mesmo sem registros, ou seja, adivinhação. Problema feminino é desigualdade, ou seja, pau no governo, mesmo tendo nada a ver.

  2. O Brando

    Garantismo foi importado somente na parte ‘interessante’, foi, ainda por cima, simplificado para atender determinados interesses.
    Problema é que ficam pegando princípios de forma isolada como peças de um quebra-cabeça, só que a figura que aparece não é a que está na caixa, é a figura que atende determinados interesses. Aí começa a discussão que chega a lugar nenhum. Querem o transito em julgado, só que existem quatro instâncias, o judiciário é lento, gera sensação de impunidade. Solução? Colocar mais recursos à disposição do judiciário, recursos que todos sabem não existir. Solução? Diminuir o número de instancias, só que a OAB e os políticos de rabo preso não deixam passar a legislação. Ou seja, os altos princípios filosóficos dos ‘operadores’ do direito às favas devem se dirigir.
    Não existe mais tortura. O que se usa hoje são técnicas melhoradas de interrogatório.
    Acha que é tortura? Pode continuar achando, não tem problema (ou importância) nenhum. O tom de voz, entretanto, poderia ser civilizado, não é necessária agressividade.

  3. O Brando

    Lenio Streck, o modesto, foi candidato à prefeitura de Santa Cruz do Sul na década de 80 pelo partido dos trabalhadores. Obviamente quem discordo do insigne jurista só pode ser analfabeto funcional. Sujeito teve duas candidaturas ao STF, ele mesmo conta a história. Na segunda vez um dos padrinhos foi Fernando Pimentel que inclusive lhe concedeu a Medalha da Inconfidência. Outro padrinho (este não confirmado) foi Wellington Dias do Piauí. Perdeu a vaga para Barroso. Tem um certo vínculo com Gilmar Mendes, possuem livros em coautoria.
    Decano é um pé no saco, votos intermináveis com aulas de história que caberiam na academia, não num tribunal.
    Os mais velhos tem todos os defeitos dos mais jovens e mais um, a senilidade (com a devida vênia, não dá para deixar passar batido).
    Principio da República e estas coisas, eita curtura sô!
    Não dá para dizer que o judiciário está virado numa zona porque zona é lugar organizado. Também não é possível julgar a instituição por meia dúzia de ações de grande repercussão.

  4. O Brando

    Obra pública nenhuma respeita o custo avaliado. Sempre custa mais e demora mais.
    Existe pedágio na Alemanha para veículos acima de sete toneladas e meia. Existem exceções e a coisa anda mudando por lá.
    Uma coisa é colocar saibro no buraco, outra é colocar caliça.
    Fez o correto, não se deve retirar o instrumento perfuro cortante. Pode estar tamponando algum vaso e a retirada pode causar hemorragia.
    Chiadeira obviamente vai ter, a menos que licitação reste deserta. E o pedágio não vai ficar neste valor. Imagino quanto vai aumentar a passagem de ônibus até POA.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *