SAÚDE. Médicos Residentes da UFSM poderão atuar em cinco unidades básicas na Região Leste da cidade

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Harrisson (D) com Henzelmann: reunião sobre convênio entre UFSM e Prefeitura para atendimento em Unidades Básicas na Região Leste

Por MANUELA VASCONCELLOS (texto) e DEISE FACHIN (foto), da Assessoria de Imprensa da Prefeitura

Com o objetivo de garantir maior abrangência nos atendimentos de Saúde, a Prefeitura e a Universidade de Santa Maria (UFSM) discutiram um novo convênio para dar mais qualidade ao serviço oferecido nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s). A iniciativa é uma das principais preocupações do governo Jorge Pozzobom.

Na manhã desta quarta-feira (13), o secretário da Saúde, Francisco Harrisson, recebeu o coordenador adjunto do departamento de Saúde Coletiva da UFSM, Ricardo Henzelmann, na sede da secretaria. A intenção é que residentes de Medicina da Família e Comunidade passem a atuar nas cinco UBS’s da Região Leste de Santa Maria. A proposta já está sendo avaliada pela Prefeitura.

“Trata-se de um compromisso de Governo que só confirma nosso comprometimento com a população. Será de grande ajuda à Prefeitura para que possamos nos dedicar a outras regiões que também são prioridade, sabendo que a Leste já está bem atendida. A previsão é que em quatro anos consegamos cobrir a totalidade de atendimentos naquela região”, explica o secretário Harrisson.

Conforme Henzelmann, estão sendo feitos levantamentos da demanda da população daquela região para que um grupo de acadêmicos do curso de Medicina da UFSM e residentes e professores da Residência Medicina da Família e Comunidade atuem nas Unidades Maringá, São José, São Francisco, Walter Aita e Wilson Paulo Noal.

“Esses profissionais e os futuros profissionais não são focados na doença, mas, sim, na abordagem integral do paciente, abrangendo até a família e a comunidade onde estão inseridos. São especialistas em Atenção Básica para atender em domicílio, fazem cuidados preventivos e pequenos procedimentos, acompanham pacientes crônicos, entre outros. Os benefícios vão desde a diminuição de internações até a melhora na qualidade de vida dos idosos”, afirma o coordenador adjunto.

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