Claudemir PereiraJornalismo

SALA DE DEBATE. Uma grande discussão sobre a “escola em casa”. E a saúde também ganhou espaço

Editor (E), mediador e convidados: Alfran Caputi, Elizabeth Copetti, Eni Celidonio e João Marcos Adede Y Castro (foto Gabriel Cervi Prado)

Tudo começou com uma provocação: pode o governo, via ministra Damaris Alves, da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, fazer mudanças na educação, como a “escola em casa”, após decisão majoritária (9 a 2), no sentido contrário, do Supremo Tribunal Federal, há menos de um ano? Pois a partir daí desencadeou-se uma grande (e produtiva) discussão no “Sala de Debate” de hoje, na Rádio Antena 1, entre meio dia e 1 e meia. Que se diga: o assunto foi bem mais adiante que uma mera questão jurídica.

Do programa de hoje participaram, além deste editor e do mediador Roberto Bisogno, os convidados do dia, Alfran Caputi, Elizabeth Copetti, Eni Celidonio e João Marcos Adede Y Castro. Que, para não dizer que cuidaram de tema único, também incorreram em discussões acerca das recente mortes por meningite e a mudança de causa do falecimento do neto de Luiz Inácio Lula da Silva, há pouco mais de mês, que teria sido provocada por septicemia, ou infecção generalizada.

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5 Comentários

  1. Se o editor parar de falar o programa perde o toque cômico, ele só não é engraçado quando quer ser engraçado! Kuakuakuakua
    Jubilamento nunca vi, nem mesmo por tri-repetência. Coordenador levava para o colegiado e dava nada.
    Novo vestibular só funcionava quando não mudava o currículo.
    Não é todo lugar que a pós-graduação funciona assim, em muitos lugares existe aula presencial e prova. Entrou numas de ‘não fiz pós-graduação, não me fez falta e é tudo cascata’,
    Obvio que nos EUA o sujeito não aparece só no dia da prova. Faculdades americanas colocam os vídeos das aulas online e onde assisti está sempre cheio. Ou alguém vai pagar 30, 40 mil dólares por ano só para ficar em casa e depois fazer as provas?
    Uma coisa é a graduação, outra é o doutorado.
    Ferrajoli pai do garantismo.
    Era ‘anemia fecciosa.’ doutora não identificou por isto, kuakuakuakuakua!
    O ponto de descontração foi bisonho, para variar.

    1. Jubilamento deveria ser tratado no semestre seguinte ao que o aluno se formaria, caso respeitasse a sequencia proposta do curso.
      Coordenação chama aluno e vê seu histórico. Cada semestre acompanha evolução, quando tiver a forte suspeita (nunca há certeza) que não vai dar para se formar no tempo limite, oficial e legal, encaminha para colegiado que endossa o jubilamento.
      Temos estudantes profissionais na UFSM. Gente ocupando Casa de Estudantes, ganhando o “benefício” e tirando oportunidades de quem entra e precisa residência.
      Quantas vagas surgiriam na Casa de Estudante se o Jubilamento fosse levado a sério?

  2. Prova da OAB. Não existe curso com aprovação 100% na cidade. Pelo que consta também não existe curso com zero de aprovação.
    Pessoal é ligeiro para criticar a formação dos outros. Até parece que no antanho não havia professor ruim e nem estudante matão.
    Pós-graduação no tempo do amálgama com mercúrio não era necessário mesmo, até o Tiradentes quebrava o galho. Cursos caça-níqueis não faltam, mas o conhecimento avançou e o diploma também é requisito.
    É um gênio, só que frequentava a sala de aula de vez em quando e passava a tarde no escritório do pai onde estagiava.
    Concurso 30, 40 anos atrás não era tão concorrido quanto é hoje. Motivo simples, era mais lucrativo ter escritório, havia menos profissionais. Aqui em SM existe caso de juiz que se aposentou bastante cedo para ir advogar. De qualquer maneira não existe concurso ‘barbadão’. O detalhe da aprovação no concurso, entretanto, é que o sujeito só prova a capacidade de ser aprovado no concurso, nada mais. Sem entrar em detalhes, observa-se cada coisa por aí….

  3. Essa agora, o cusco é a prova de bala!
    Aleluia! Alguém resolveu ler a decisão do STF! Se foi o ‘sei cientificamente’! Tem gente que tem que dar prova de vida anualmente, outros se acham na obrigação de dar prova de bobo cotidianamente! Kuakuakuakuakua!
    O mérito do ensino em casa é simples, evangélicos por aí tiram os filhos do colégio. Além de matemática e português transmitem os valores da visão de mundo deles. Os vermelhinhos não querem, como cooptaram as feministas e a comunidade LGBT querem que as crianças vão para a escola para os professores transmitirem os valores que eles acham mais apropriados. A tal ‘socialização’ é só o pretexto. É o tipo da controvérsia ‘parabéns a todos os envolvidos’. Alás, gente com grana gosta de diploma com grife.
    Serres, o ‘s’ final no francês geralmente não se pronuncia.
    Diferença não é só em português daqui para outros estados, ciências e matemática também. E não é de hoje. Sirvam nossas façanhas.
    Tem mais, no Chile e na Argentina ensinam coisas (ao menos costumavam ensinar) no ensino médio que o pessoal daqui só vê na faculdade.

  4. Ministra, goiabeira, etc. problema dela. Lado positivo é que está negando muitas indenizações para vermelhinhos ‘perseguidos’ na ditadura e está querendo rever outras tantas.
    ‘Vai confirmar o que eu já sei cientificamente’, vindo do editor só pode ser bobagem. Inconstitucional sob qual fundamento? O maior jurista de Baliza comentando decisão judicial sem ler, kuakuakuakuakua!
    Hummmm, vai precisar de uma emenda constitucional!
    Tá ligado que a ministra era advogada, registro OAB em SP e foi assessora parlamentar, gostem ou não.
    Neste país varonil existe muita gente cometendo crime de abandono intelectual, não é fiscalizado e a criatura vai acabar num EJA da vida.
    Claudemir detectou um erro técnico da ministra, vejam só!
    Quem cauteriza hemorroida deve entender de feijão solto.
    Hummm….Tem um cão de guarda na revenda mas é bobalhão! Informação útil!

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