BASTIDORES. Farret planeja o retorno, Cechin e o apoio de Heinze, o vice de Guerra, advogados e Moro

BASTIDORES. Farret planeja o retorno, Cechin e o apoio de Heinze, o vice de Guerra, advogados e Moro

BASTIDORES. Farret planeja o retorno, Cechin e o apoio de Heinze, o vice de Guerra, advogados e Moro - maiquel-bastidores-farret

Farret estuda propostas para voltar a concorrer em um chapa majoritaria. Depois de ser vice de Schirmer por oito anos, deixou o PP e…

Por MAIQUEL ROSAURO (com foto de Divulgação), da Equipe do Site

O ex-prefeito de Santa Maria, José Haidar Farret, pensa em retornar, uma última vez, à vida pública. Neste momento, ele analisa os diversos convites que tem recebido de partidos políticos que visam o pleito de 2020.

“Ele está estudando as propostas e o partido para qual pretende se filiar. Ele pensa mesmo em concorrer, exercer um último mandato e encerrar sua carreira”, diz uma fonte próxima ao político.

Farret foi prefeito de Santa Maria entre em três oportunidades. Pelo antigo PDS, ele exerceu o cargo entre 1983 e 1988, e entre os anos de 1993 e 1996. Pelo PP, a partir de 2009, foi vice de Cezar Schirmer (MDB), até assumir o Executivo em 8 de setembro de 2016 (ficando no cargo até o fim daquele ano), após renúncia do emedebista.

O retorno de Farret volta e meia é ventilado nos bastidores da política santa-mariense. Embora ainda tenha uma imagem muito ligada ao PP, ele atualmente está sem partido. O divórcio com a antiga sigla ocorreu ainda em 2016, quando o PP resolveu apoiar Jorge Pozzobom (PSDB) ao Executivo ao invés de Fabiano Pereira (PSB), como era desejo de Farret.

Cechin e o apoio de Heinze

Os progressistas estão ansiosos nos bastidores. Desde que Mauro Bakof assumiu a presidência do PP/SM, os filiados contam os dias para a sigla voltar a ser protagonista e lançar a pré-candidatura de Sérgio Cechin à Prefeitura. Soma-se a isso o apoio de um dos principais caciques do partido.

Conforme um graúdo da sigla, uma futura candidatura de Cechin, atual vice-prefeito, seria bancada pela direção estadual da sigla. O objetivo é conquistar os principais municípios, criando uma base forte para 2022, quando o senador Luis Carlos Heinze deverá ser candidato ao governo do Estado.

Vale lembrar que o atual governador Eduardo Leite (PSDB) já declarou que é contra a reeleição. Logo, os olhos dos progressistas brilham ao horizonte.

Mas e se…

… o Cechin decidir não concorrer a prefeito?, questionou este repórter.

“Olha, por que tu achas que o (Marcelo) Arigony está quieto até agora? Em um partido pequeno ele não vai se filiar”, respondeu a fonte.

Ao que tudo indica, o cavalo está passando encilhado à frente de Cechin.

O vice de Guerra

Enquanto isso, à esquerda, petistas questionam quem será o vice na chapa ao lado do atual vereador Luciano Guerra (PT). Hoje, as principais apostas são os também parlamentares Marion Mortari (PSD) e Alexandre Vargas (PRB).

Mortari é um nome que agrada à maioria dos petistas, porém pesa contra ele o fato de, assim como Guerra, também ser um homem do interior. Logo, há quem entenda que o ideal seria um vice mais identificado com os problemas urbanos. Neste sentido, Alexandre Vargas vem ganhando força, sobretudo, em quem considera que seja positivo ter um vice identificado com os servidores municipais e com a igreja evangélica.

Caso Moro

A divulgação de conversas privadas do ex-juiz federal Sergio Moro e do coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná, Deltan Dallagnol, esquentou os ânimos dos advogados de Santa Maria. Em um grupo de WhatsApp, sobraram cobranças em quem não assinou uma nota de repúdio divulgada na segunda.

Resultado: teve advogado das antigas deixando o grupo e soltando indiretas no Facebook.

Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) estará em Santa Maria no sábado (15), quando participará da Festa Nacional da Artilharia no Regimento Mallet. A fanpage do PSL/SM divulga um ato de boas-vindas, no sábado, às 15h, no Aeroporto.



2 comentários

  1. O Brando

    Farret quer levar o último laçaço nas urnas antes de se aposentar? Não quer largar o osso muito fácil.
    PP está otimista demais, faz parte. Se racharem com os tucanos e largarem a prefeitura no colo do PT Heinze perde apoio.
    Outro com otimismo exacerbado é Arigony, é bom que concorra para ter um choque de realidade.
    Petices e bolsonarices passo.

  2. O Brando

    Mandato de Schirmer foi ruim, sem dúvida. Cladistone ganha no contraste. Fez algumas coisas na saúde, conseguiu grana para arrumar as ruas, grana com a Corsan (não se sabe porque a construção da perimetral não iniciou ainda), etc. Problema é que nenhum politico que se tenha notícia no Brasil fez um segundo mandado igual ou melhor que o primeiro. Perspectiva é que a economia não tenha se recuperado, ou seja, menos dinheiro no caixa. Chance de queimar capital politico é grande. Lembrando que o atual governador não concorreu ao segundo mandado em Pelotas. Quem viver verá, o resto é chute.

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