PROTESTO. Entidades organizam Greve Geral contra Reforma da Previdência e cortes na educação pública

PROTESTO. Entidades organizam Greve Geral contra Reforma da Previdência e cortes na educação pública

PROTESTO. Entidades organizam Greve Geral contra Reforma da Previdência e cortes na educação pública - sedufsm-greve

Lideranças do movimento se reuniram no auditório do DCE da UFSM. Ideia é realizar uma série de eventos na greve de sexta-feira

Por BRUNA HOMRICH (texto e foto), da Assessoria de Imprensa da Seção Sindical dos Docentes 

Dezenas de estudantes e trabalhadores/as, muitos representados por seus sindicatos e centrais sindicais, reuniram-se na noite da última sexta-feira, 7, no auditório do Diretório Central dos Estudantes (DCE-UFSM), para organizar a Greve Geral desta próxima sexta-feira, 14 de junho.

Tendo por objetivo fazer uma grande mobilização, com paralisação de trabalhadores/as de diversos setores, os/as organizadores/as elencaram uma série de estratégias para mobilizar a opinião pública da cidade para aderir às mobilizações desta sexta, como forma de se contrapor ao projeto de Reforma da Previdência e aos cortes na educação pública.

Ações como anúncios e entrevistas nas rádios locais [e também nas de Palmeira das Missões, Frederico Westphalen e Cachoeira do Sul, que abrigam campi da UFSM], entrega de panfletos e diálogo com a população dos bairros, evento em redes sociais e confecção de adesivos com o slogan ‘É greve porque é grave’.

Cabe lembrar que a mobilização nos diversos campi UFSM vem sendo construída pelos comandos locais de mobilização, que reúnem os três segmentos da instituição [estudantes, docentes e técnico-administrativos em educação]. Nesta terça, 11, o Comando do campus sede reúne-se no lonão instalado em frente ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), em Camobi.

Já em Santa Maria, as manifestações que abranjam a população para além da universidade vêm sendo organizadas, a exemplo dos últimos dias 15 e 30 de maio, pela Frente Única de Trabalhadoras e Trabalhadores de Santa Maria (FUTT).

Em todo o Brasil, greves, paralisações, piquetes e atos públicos devem expressar o descontentamento da população com os projetos do governo Bolsonaro.

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