PROTESTO. Professores da UFSM paralisam sexta e aderem à greve contra a Reforma da Previdência

PROTESTO. Professores da UFSM paralisam sexta e aderem à greve contra a Reforma da Previdência

PROTESTO. Professores da UFSM paralisam sexta e aderem à greve contra a Reforma da Previdência - sedufsm-3

Lonão no campus é local de reunião do Comando de Mobilização, que tem também lideranças estudantis e de técnico-administrativos

Por BRUNA HOMRICH (texto) e FERNANDA BRUSIUS (foto), da Assessoria da Sedufsm

Nesta sexta-feira, 14 de junho, dia de Greve Geral no país, os/as docentes de todos os campi da UFSM estarão resguardados por suas respectivas assembleias para aderirem à paralisação.

O primeiro campi a decidir pela adesão à Greve foi o de Cachoeira do Sul; na sequência, no dia 4, foi a vez de os/as docentes do campus sede deliberarem pela paralisação de 24h em adesão ao movimento; já no último dia 6, docentes da UFSM em Palmeira das Missões e Frederico Westphalen também votaram pela participação da categoria na Greve Geral.

A motivação central que levará docentes de todos os campi da UFSM a aderirem à paralisação é a contrariedade ao projeto de Reforma da Previdência, abraçado como prioritário pelo governo Bolsonaro. Na avaliação da Sedufsm, do ANDES-SN e da CSP-Conlutas, central sindical à qual o Sindicato Nacional docente é filiado, a Reforma representa a destruição do sistema previdenciário brasileiro, praticamente inviabilizando a possibilidade de os/as trabalhadores/as se aposentarem, além de terminar com o regime de solidariedade geracional [em que os mais jovens contribuem para os mais velhos, e assim por diante] e entregar nas mãos flutuantes do mercado financeiro, através do regime de capitalização, as contribuições dos/as trabalhadores/as.

Outro eixo central da mobilização desta sexta é o repúdio ao corte de verbas na Educação, que vem fragilizando universidades e ocasionando cortes de verbas de bolsas de pesquisa. A exemplo dos últimos dias 15 e 30 de maio, quando Santa Maria levou milhares às ruas em defesa da Educação e da Previdência públicas, o objetivo é que a Greve Geral desta sexta mobilize muito mais pessoas e paralise diversos setores da economia local.

Mobilização na UFSM

A Sedufsm vem participando, junto às demais entidades representativas dos segmentos da UFSM [Diretório Central dos estudantes; Associação de Pós-Graduandos; Assufsm e Atens], do Comando de Mobilização, que vem se reunindo no lonão instalado em frente ao prédio do Centro de Ciências Naturais e Exatas [CCNE]. Na tarde da última terça-feira, 11, o Comando esteve reunido para discutir últimos detalhes da mobilização para esta sexta.

Sexta, em Santa Maria: concentração às 16h na praça

Além de planejar as ações de resistência na UFSM, a Sedufsm também integra a Frente Única de Trabalhadoras e Trabalhadores de Santa Maria [FUTT], que organiza, junto a sindicatos e setores de fora da universidade, os protestos no centro da cidade. Nesta sexta, 14, a concentração tem início a partir das 16h na praça Saldanha Marinho.

PARA LER A ÍNTEGRA, NO ORIGINAL, CLIQUE AQUI.



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *