SALA DE DEBATE. Imigração, agências reguladoras, destaques empresariais, Vazajato, Hospital Regional…

SALA DE DEBATE. Imigração, agências reguladoras, destaques empresariais, Vazajato, Hospital Regional…

SALA DE DEBATE. Imigração, agências reguladoras, destaques empresariais, Vazajato, Hospital Regional… - sala-14

Este editor (E), o mediador Roberto Bisogno (D) e convidados de hoje: Antonio Carlos Lemos e Péricles Costa (foto Gabriel Cervi Prado)

Como (quase) sempre, não faltou animação, muito menos a participação dos ouvintes, via WhatsApp, no “Sala de Debate” desta terça-feira, entre meio dia e 1 e meia, na Rádio Antena 1. Muito provavelmente porque foram tratados pelo menos, entre outros, cinco temas distintos, pelos convidados Antonio Carlos Freitas Valle de Lemos e Péricles Lamartine Palma da Costa, além deste editor, com a mediação de Roberto Bisogno.

Mas, do que foi tratado, afinal? O Dia da Imigração abriu os trabalhos, com direito (incrivelmente, assim como outros temas, sujeito à grenalização). Mas foram, paulatinamente se incluíndo assuntos bastante variados, como a função e a composição das agências reguladores, os destaques empresariais (com destaque para o Empresário do Ano, Rafael Dimpério) a ser premiados hoje pela Cacism, a questão indectível do Hospital Regional e, claro, o assunto nacional do momento: a Vazajato.

PARA OUVIR O “SALA” DE HOJE, BLOCO POR BLOCO, CLIQUE NOS LINQUES ABAIXO!!!

 



4 comentários

  1. O Brando

    O que acontece no Oriente Médio lembra (não é dizer que trata-se da mesma coisa) o que aconteceu na Europa durante a guerra dos trinta anos.
    Equivoco, toda aquela região era o Império Turco Otomano.
    Bachelet visitou a Venezuela representando a ONU noutro dia e encontrou-se com Guaidó.
    Noticia truncada. Disseram para B17 que o legislativo iria nomear diretamente os diretores das agencias (culpa do estagiário). B17 falou o que disse. Na verdade era a tal lista tríplice. Mais uma falsa polemica.
    ‘Copia’ não é bem o caso, sempre tem uma ‘adaptação a realidade local’.
    Problema é serio, CSN começou a operar no governo Dutra.

  2. O Brando

    Schirmer nunca teve nem um buteco para vender cachaça para bêbado. Investimento existe onde há oportunidades. Alás, de posse de todo este conhecimento a respeito do assunto trazia empresários de fora para demonstrar que a aldeia era um lugar propício para investir. Alás, um dos indicadores que uma cidade é favorável a aplicação de recursos é a existência de um hotel Íbis da rede Accor. Queria ver um instalar-se na urb. Alás, em Passo Fundo e Erechim existe o dito hotel.
    Militância enrustida sempre dando o pitaco cômico.
    ABL não teve nenhum militar pelo que vi, padre uns três ou quatro. Políticos uma penca.
    Brito não está aposentado.
    Uma hora ou outra terão que regulamentar o lobby no país.
    Bento Carneiro, vampiro brasileiro. Sujeito até invadiu alguns sistemas, mas não dá para saber se foi habilidade dele ou incompetência dos administradores.

  3. O Brando

    Nhonho, o ‘estadista’, estaria enrolado com a OAS na ‘Lava a Jato’ fluminense e seria o ‘Botafogo’ na planilha da Odebrecht. Mudando de país para não dar rolo, Pelosi seria ‘do bem’ porque é contra Trump, problema é que os americanos dizem que o patrimônio da moçoila é muito incompatível com a renda.
    Brasil é muito grande, não precisa limitar suas escolhas a opções de um advogado de aldeia. Segundo, democracia e devido processo legal não estão em perigo por causa de uma ação sobre um meliante que já foi condenado em primeira instancia por outro magistrado (provavelmente será confirmada a sentença e ampliada a pena) e responde a outros sete processos.
    Com o quê o Brasil não precisa ficar? Esta sem-vergonhice escancarada, processos que só terminam depois da prescrição, etc. Aí lá no final da conversa surge ‘o advogado precisa ganhar a vida’. Donde se pergunta: qual o interesse que justifica pagar um milhão e meio ou dois para um advogado fazer uma sustentação oral de 15 minutos no STF? Alás, Kakay de bermuda no STF! Advogados fazendo côcô de porta aberta na Suprema Corte do país!

  4. O Brando

    Editor é Molusquista juramentado. Também não acredita, como se vê, em neutralidade.
    Moro tem o plano A, B, C…. Pode voltar a lecionar, pode concorrer a deputado, etc.
    Para quem não entendeu, quando aparece o discurso ‘tem que escolher entre’ é um convite a polarização.
    Tela é pequena, numero de mensagens grande e âncora pouca prática.
    ‘Vou fazer uma charada para vocês’, é um roda presa.
    Música do Legião Urbana.
    Debatedor não pode mandar trocar de estação e nem desligar o rádio. Porque se a audiência resolve montar via rede social uma campanha de boicote (ferramenta legal e democrática) aos patrocinadores não vão gostar.
    Até parece que no governo Schirmer não existia regional ainda.
    Problema é do SUS, se no HUSM está assim (e todos que falam de lá dizem que tudo está sempre certo) imagine-se no Maranhão, no Sergipe, etc.
    Kuakuakuakuakua! Editor posando de ‘exemplo’.
    Verdade é que cidade ficou parada bom tempo do governo Schirmer. Balonismo não era unanimidade. E do natal do coração restou um galpão cheio de bugigangas que ainda tem que pagar aluguel.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *