CASO ISADORA. Supremo nega habeas para réu do crime da modelo santa-mariense e ele volta à prisão

CASO ISADORA. Supremo nega habeas para réu do crime da modelo santa-mariense e ele volta à prisão

CASO ISADORA. Supremo nega habeas para réu do crime da modelo santa-mariense e ele volta à prisão - isadora-arquivo-pessoalDo portal do jornal A HORA de Santa Catarina, com foto de Reprodução

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e negou habeas corpus ao oficial de cartório  Paulo Odilon Xisto Filho, 37 anos, acusado do homicídio da namorada, a modelo gaúcha Isadora Viana (foto acima), de 22 anos, em Imbituba. Desta forma, na tarde desta sexta-feira, dia 23, o juiz Welton Rubenich, titular da 2ª Vara de Imbituba, determinou a expedição de mandado de prisão preventiva em desfavor do réu.

Paulo se encontrava em liberdade, com restrições, desde novembro de 2018, favorecido por uma decisão liminar do ministro Marco Aurélio Mello, aguardando o júri popular.

Segundo a decisão expedida hoje, a Corte Suprema revogou a liminar e indeferiu a ordem de soltura pleiteada, ao entender adequada e necessária a prisão preventiva. “Este juízo entende ser um contrassenso revogar a sua decisão de prisão preventiva do acusado (já pronunciado, inclusive), a qual foi mantida após ser submetida ao crivo revisional de três instâncias (TJSC, STJ e STF)”, ressalta o magistrado.

A prisão preventiva foi decretada em 16 de julho de 2018, pela suposta prática dos crimes de homicídio qualificado, fraude processual, posse de acessório de arma de fogo de uso restrito e coação no curso do processo, bem como pelo descumprimento de medidas cautelares diversas da prisão.

Em 28 de novembro de 2018, o ministro Marco Aurélio deferiu liminar que determinou a soltura do acusado. Porém, em julgamento nesta terça-feira (20), no julgamento do mérito, negou o habeas corpus e revogou a medida liminar anteriormente deferida. O oficial já foi condenado em 1ª instância pelo crime de posse de mira laser de uso restrito, e teve a decisão de pronúncia mantida pelo TJSC.

O crime

Segundo denúncia do Ministério Público, o crime aconteceu em maio de 2018, quando o casal fazia uso de álcool e drogas e, por um momento, a jovem acreditou que o réu estivesse passando mal. Ela então chamou a irmã do acusado, que foi até a residência do casal acompanhada do noivo; após arrombarem a porta do quarto do réu, viram que ele estava bem. O oficial de cartório estaria tentando esconder dos familiares seu vício em drogas e, após a irmã e o noivo saírem do local, teve um ataque de fúria e investiu contra a jovem, desferindo-lhe diversos golpes. Segundo o médico legista, ela apresentava lesões compatíveis com múltiplas joelhadas, socos e chutes, tendo como causa da morte trauma abdominal.

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