Leitores falam. Um contra os que têm raiva do PAC. Outro, sobre edis refratário a críticas
Sem fazer juízo de valor, mas tendente a concordar com elas, reproduzo a seguir duas correspondências eletrônicas recebidas neste final de semana. Uma de Fernando França, que reside no bairro Perpétuo Socorro. Outra de Amauri Jaques de Freitas, morador do Bairro João Goulart. Ambos se referem a manifestações recentes feitas da tribuna da Câmara de Vereadores de Santa Maria. Confira:
PAC
Em 150 anos de existência de Santa Maria é a primeira vez que um investimento astronômico como o PAC chega à cidade e alguns “iluminados” vereadores ainda tem a coragem de subir em uma tribuna e dizer em alto e bom que têm raiva do programa. Eu presenciei isso vendo a TV Câmara e fiquei estarrecido com este depoimento. Será que é porque o PAC está transformando a vida de muita gente pobre desta cidade? Será que enfrentar e reduzir drasticamente a miséria é ruim? Se a moda pega vai ter vereador com raiva da reforma da praça Saldanha Marinho, da nova 24 Horas, do túnel da Rio Branco, do asfaltamento da João Machado Soares em Camobi, do Centro de Eventos e do restaurante popular. Só espero que este sentimento raivoso não seja contagioso para o bem da população de Santa Maria.
Fernando França, servidor público, morador do bairro Perpétuo Socorro
LIBERDADE DE CRITICAR
Gostaria de saber se o vereador João Carlos Maciel possui alguma imunidade a críticas? Sim, porque deve existir algum mecanismo que eu desconheço que impeça qualquer pessoa de criticar o vereador, mesmo sendo ele uma pessoa pública e sujeita a ser cobrada pelas suas atitudes. Digo isso porque observei que o respectivo vereador ficou irado na tribuna da Câmara porque uma pessoa contestou seus métodos políticos e por achar que ele usa um programa de rádio para se beneficiar eleitoralmente. Olha vereador, caso o senhor não saiba o nosso país felizmente vive uma democracia, onde cada pessoa tem o direito de expressar suas opiniões. Assim como o senhor pode fazer isso na tribuna, os cidadãos podem sim emitir opiniões a respeito do seu trabalho. E o senhor não tem o direito de querer cercear isso, de forma alguma. Eu por exemplo acho abominável quando alguém tenta explorar a pobreza dos outros para benefício próprio e sempre vou dizer isso não importa quem goste ou desgoste disso. Respeito a democracia, respeito a liberdade de opinião e expressão.
Amauri Jaques de Freitas, aposentado, Bairro João Goulart
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