UNIVERSIDADE. Docentes das Federais rejeitam a greve por tempo indeterminado. Ideia é parar dois dias

UNIVERSIDADE. Docentes das Federais rejeitam a greve por tempo indeterminado. Ideia é parar dois dias

UNIVERSIDADE. Docentes das Federais rejeitam a greve por tempo indeterminado. Ideia é parar dois dias - sedufsm-3

Reunião dos sindicalistas vinculados às Universidades Federais aconteceu no final de semana, em Brasília. Sedufsm esteve presente

Da Seção Sindical dos Docentes da UFSM, com informações e foto do ANDES-Sindicato Nacional

A greve docente nas Instituições Federais por tempo indeterminado foi rejeitada na reunião do Setor das Federais (Ifes) do ANDES-SN, que ocorreu no final de semana (dias 24 e 25), em Brasília. Após intensos debates, o que o Setor indicou foi a necessidade de uma greve nacional da educação, de 48 horas, no mês de setembro.

Para discutir a construção e a adesão à paralisação, seções sindicais deverão realizar nova rodada de assembleias gerais até dia 10 de setembro. A próxima reunião do Setor das Ifes está agendada para o dia 12 de setembro.

Conforme Mariana Trotta, da coordenação do Setor das Federais, “o ANDES-SN irá levar esse indicativo para dialogar com as entidades nacionais da educação, na perspectiva de realizar a paralisação na penúltima ou na última semana de setembro”.

A docente, que também é a 1ª vice-presidente da Regional Rio de Janeiro do ANDES-SN reafirmou ainda a importância de construir a resistência ao ataque brutal aos direitos conquistados pela classe trabalhadora nos últimos tempos.

Mariana afirma que estamos vivendo uma conjuntura de ataques aos nossos direitos: “ataques à educação pública – com os cortes no orçamento e o Future-se – além do projeto de reforma da Previdência. Por isso, é fundamental nesse momento a construção de ações unitárias com os segmentos do setor da educação e os esforços que o ANDES-SN está envidando para construir uma greve nacional da educação de 48 horas”, destacou ela.

Segundo a diretora do Sindicato Nacional, também foi aprovada a realização de um dia de universidade de portas abertas antes da paralisação de 48h que está sendo construída.

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