SALA DE DEBATE. Alimentos e os agrotóxicos, as falas de Jair Bolsonaro e os conceitos de soberania nacional

SALA DE DEBATE. Alimentos e os agrotóxicos, as falas de Jair Bolsonaro e os conceitos de soberania nacional

SALA DE DEBATE. Alimentos e os agrotóxicos, as falas de Jair Bolsonaro e os conceitos de soberania nacional - sala-3

Editor (E), mediador Bisogno e convidados: Giorgio Forgiarini, Werner Rempel, Ruy Giffoni e Eduardo Rolim (foto Gabriel Cervi Prado)

Três assuntos, digamos, âncoras sustentaram a maior parte das discussões de hoje, inclusive com a intervenção sempre presente dos ouvintes, no “Sala de Debate”, entre meio dia e 1 e meia da tarde, na Rádio Antena 1. Um deles, e que abriu os trabalhos mediados por Roberto Bisogno, foi a questão dos agrotóxicos e um dilema (falso?): como garantir a produção de alimentos necessaries ao planeta e a relação disso com os ditos “defensivos agrícolas”.

Além desse, outros dois temas galvanizaram o debate do qual participaram, além deste editor, os convidados do dia: Giorgio Forgiarini, Werner Rempel, Eduardo Rolim e Ruy Giffoni. Um foi o discurso publico, não raro (pelo contrário) criando muita polêmica, inclusive no exterior, do presidente Jair Bolsonaro. O outro, os conceitos, para alguns bastante fluido, do que seria a soberania nacional e a relação dos cidadãos para com ela.

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6 comentários

  1. O Brando

    Alguém que medita, que tenta manter a mente em silêncio, faz o quê mesmo?
    Para começo de conversa, Brasil não é demonizado pelo uso de agrotóxicos. Boa parte da mídia tupiniquim montou esta ‘imagem’, porém não corresponde aos fatos. Índice mais usado pela FAO da ONU para pesticidas é o quilograma por hectare. Brasil usa pouco mais de 4 kg por hectare, ocupa a posição 44 dentre 245 países. Alemanha ocupa posição 47, França 48 e Espanha 49. Holanda utiliza quase 10 kg e a Itália utiliza 6,5 Kg. Como diria o outro são os ‘interésses’.
    Questão das abelhas, pelo menos nos casos mais recentes é mais simples. Sujeito estava com problema de formiga na lavoura, colocou um monte de inseticida no pulverizador e mandou ver.

  2. O Brando

    Terraplanismo comendo solto. No governo de Stalin existia um sujeito chamado Trofim Lysenko. Dizia que as teorias de Mendel eram reacionárias. Atrasou o estudo da genética e da biologia na União Soviética, jogando por baixo, uns 30 anos.
    Não existe mapa que consiga fazer Santa Maria mais importante do que Nova Iorque. Não é um livro escrito por alguém que torna alguma coisa verdade.
    Lá na UE existem 20 defensivos (quais?) que são proibidos, no entanto são vendidos aqui (são produzidos lá?). Ganância, mimimi, inimigo externo, teoria da conspiração,
    Estas coisas não existem. Bicudo é um problema do continente americano. Existem cepas de algodão resistentes a praga, foram modificadas geneticamente. O melhor algodão do mundo ainda é o egípcio.
    Noruega é o oitavo maior exportador de petróleo do mundo e o terceiro maior exportador de gás natural. Tem metade da população do RS. Quero ver quando a economia do carbono começar a ruir.
    Tem gente cujo único talento é o sofisma. O que tem a ver criar porcos com técnica?

  3. O Brando

    Direitos humanos, B17, década de 70 no Chile, passo.
    Os costumes indígenas devem ser preservados, mas nenhum problema os pastores e os padres tentarem salvar as almas das criaturas.
    Questão ecológica não é de hoje. Luc Ferry escreveu um livro (nem por isto torna o conceito verdade) chamado ‘A nova ordem ecológica’. Fora os picaretas do ‘temos que acabar com o capitalismo para salvar o planteta’ existem os idealistas que seguem o romantismo alemão do século XiX.
    Editor ganhou da Ofélia, aquela que só abria a boca quanto tinha certeza. Editor abre a boca mesmo quando não tem certeza. Glifosato é utilizado desde a década de 70, última patente (que era da Monsanto) expirou no começo dos 2000. O principio ativo ataca uma enzima que existe nas plantas (atenção: gente não é vegetal, abelha também não). A Agencia Internacional de Pesquisa do Câncer da Organização Mundial da Saúde classificou o glifosato como provavelmente cancerígeno. Qual o problema? Em maio de 2011 a mesma agencia classificou o campo eletromagnético (do telefone celular principalmente) como possivelmente cancerígeno (glioma, ou seja, cérebro). Algum fuzuê a respeito?

  4. O Brando

    Soberania surgiu muito antes do conceito. Alguém vai dizer que o Império Romano no auge não tinha soberania?
    Na época de estudante achava um saco desfilar, matava o feriado.
    Nunca vi a torcida cantando o hino do time enquanto toca o hino nacional.
    Diagnóstico simples, vermelhinhos com o negócio ‘minha bandeira nunca será vermelha’ ficam de fora. Por isto ‘não gostam’. Se não estão gostando é porque está correto.

  5. O Brando

    Plagiando o livro ‘Sapiens’. Não existe ‘povo’ brasileiro a não ser no discurso dos picaretas. Não existe uma ‘mitologia’ que mobilize o imaginário popular em todo o país. Mais perto disto era a seleção brasileira. Agora, por motivos comerciais, nem isto.
    Embraer. Para começo de conversa, o negócio com a Boeing só atinge o setor de aviação comercial. Setores de aviação executiva e de defesa são tupiniquins.
    Transformar a realidade e não fugir dela? Lockheed Hércules C-130 entrou em serviço em 1956. Foi atualizado, mas o lapso de tempo mostra o atraso. E o KC-390? Turbinas podem ser Pratt & Wittney (americana, fábrica no Canadá) ou Rolls-Royce (fabrica da Alemanha). Uma parte da fuselagem é Aero Vodochody, República Checa. Aviônicos (eletrônica) são Rockell Collins, americanos. Controle fly-by-wire é BAE Systems, britânico. Porta de carga e do trem de pouso é da Fábrica Argentina de Aviones. Display Head Up é AEL Sistemas, israelense. Radar é Selex Galileo, italiana. Para ter algum argumento precisam de uma realidade distorcida.

  6. O Brando

    Vestir-se de preto na semana da pátria? Kuakuakuakuakuakua! ‘Criatividade’ vermelhinha é o máximo! Copiando os cara-pintadas do Collor! Kuakuakuakuakua!
    Isto, coloca 130 bilhões em infraestrutura (menos os 3% de praxe). Depois que termina o dinheiro a economia para de novo. Se parte da dívida interna é paga, os juros diminuem e facilita nova divida de longo prazo que pode financiar a infraestrutura inclusive.
    Desenvolvimentismo não funciona, se tentarem de novo, outro voo de galinha.
    Economia baseada em petróleo vai terminar, mais cedo ou mais tarde.
    Dependendo da ideologia a roubalheira pode ser algo positivo.

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