TRABALHO. Funcionalismo, em todos os níveis no RS, decide criar uma Frente em Defesa do Serviço Público

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TRABALHO. Funcionalismo, em todos os níveis no RS, decide criar uma Frente em Defesa do Serviço Público - sul21-servidores

Lançamento da Frente dos Servidores Públicos foi realizado em dia, a terça-feira, marcado por atos de diversas entidades sindicais

Do jornal eletrônico SUL21, com texto de Annie Castro e foto de Reprodução

Após coletiva do Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS), na terça-feira, sobre os projetos do governo Eduardo Leite (PSDB) que preveem mudanças no planos de carreira do funcionalismo e na Previdência Estadual e durante um dia de manifestações de diversas entidades, representantes de sindicatos realizaram o lançamento de uma frente de servidores públicos federais, estaduais e municipais em defesa do serviço público.

Diva Luciana Flores da Costa, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Rio Grande do Sul – Sindsepe RS, uma das entidades que integram a organização, destacou que os ataques ao serviço público não estão acontecendo somente no Estado, mas em todo o país. “Com a eleição do governo Bolsonaro, os ataques ao serviço público e aos servidores, por consequência, foram ampliados. Então, nada mais justo e importante que essa frente seja composta pelos servidores das três esferas”, afirmou.

A presidente do Sindsepe também ressaltou que é um momento em que a unidade dos servidores torna-se cada vez mais importante. “Demonstramos isso no ato hoje aqui, com a Praça da Matriz cheia para fazer um embate contra os ataques que estão sendo feitos a todos os trabalhadores do Estado”, disse.

Antonio Augusto Rosa Medeiros, presidente da Associação dos Fiscais Agropecuários do Rio Grande do Sul (Afagro), afirmou que a entidade está compondo a Frente para ampliar a defesa do serviço público que foi feita no governo de José Ivo Sartori (PMDB). “Não podemos mais uma vez aguentar a mesma política e a mesma lógica. O governador Eduardo Leite na campanha disse que não era para cortar investimentos, que tinha que aumentar a receita, mas ele vem com a mesma lógica e com a mesma política do governo anterior. A Frente vai trabalhar unida em defesa do serviço público, porque mais uma vez essa narrativa é posta por governos sucessivos que atacam o serviço público por intermédio do servidor”, disse.

O mesmo ponto foi levantado por Maria Helena de Oliveira, que estava representante da direção do Sindicato dos Empregados em Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Fundações Estaduais do Rio Grande do Sul (Semapi). Segundo ela, o funcionalismo está mais uma vez unido para combater e enfrentar projetos que ameaçam o serviço público. “Nós estamos aqui para fortalecer aquilo que nós fizemos no governo Sartori”, disse.

Confira todas as entidades que integram a Frente dos Servidores Públicos: 

ADUFRGS-Sindical
Associação dos Fiscais Agropecuários do Rio Grande do Sul (Afagro)
Associação dos Servidores da UFRGS e UFSCPA (Assufrgs)
Ceape – Sindicato de Auditores Públicos Externos do Tribunal de Contas do Estado,
Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS)
SEMAPI – Sindicato dos Empregados em Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Fundações Estaduais do Rio Grande do Sul
Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Rio Grande do Sul (SIMPE-RS)
Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE) Sindicato dos Servidores da Caixa Econômica Estadual do Rio Grande do Sul (SINDICAIXA)
Sindicato dos Servidores da Justiça do Rio Grande do Sul (Sindjus/RS)
Sindicato dos Servidores da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul (SINDPERS)
Sindicato dos Servidores Públicos do Rio Grande do Sul (SINDSEPE/RS)
SINTERGS – Sindicato dos Servidores de Nível Superior do Poder Executivo do Estado do Rio Grande do Sul

Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (SINPRO/RS)
Sindicato dos agentes da polícia civil do Rio Grande do Sul (UGEIRM) 

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1 comentário

  1. O Brando

    Existe uma confusão aí. Serviço público é uma coisa, o bolso dos servidores é outra. Sem juízo de mérito, criaturas têm direito de lutar pelo que acreditam ser seu. Em outros países existe serviço público mal remunerado e a qualidade do mesmo é o que a casa tem para oferecer, sem falar na corrupção. No mais a questão irá se resolver, de um jeito ou de outro.

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