POLÍTICA. Estado gasta 8 vezes mais com obras do TJ/RS do que com reforma de escolas, informa Riesgo

POLÍTICA. Estado gasta 8 vezes mais com obras do TJ/RS do que com reforma de escolas, informa Riesgo

POLÍTICA. Estado gasta 8 vezes mais com obras do TJ/RS do que com reforma de escolas, informa Riesgo - riesgo-840Por MAURÍCIO TOMEDI (com foto de Adelar Martins), da Assessoria de Imprensa do Novo

POLÍTICA. Estado gasta 8 vezes mais com obras do TJ/RS do que com reforma de escolas, informa Riesgo - riesgo-tabela-comparativa-500O deputado estadual Giuseppe Riesgo (Novo) divulgou um balanço comparativo (veja na tabela) entre os valores investidos pelo Estado para reforma de escolas e obras do Poder Judiciário. O estudo revela que, neste ano, foram gastos oito vezes mais recursos públicos para a construção e melhoria de comarcas. Entre janeiro e setembro de 2019, destinou-se R$ 99,5 milhões para obras do Tribunal de Justiça e apenas R$ 11,9 milhões para reformas de escolas.

“O TJ acaba de inaugurar seu novo edifício pago com dinheiro público, que ainda custou 39% acima do contratado inicialmente. Enquanto isso, recebemos frequentemente reclamações e denúncias sobre escolas ao redor do estado que não possuem a mínima infraestrutura. O Judiciário vive em outro mundo”, critica Riesgo (na foto acima, em manifestação no plenário da Assembleia).

Atualmente, o Rio Grande do Sul possui cerca de 2,2 mil escolas. Significa que cada uma recebeu, em média, R$ 5,4 mil. “Muitas não recebem nada e ficam à míngua com infraestrutura precária, alagamentos, infiltrações e defeitos na rede elétrica, entre tantos outros problemas que enfrentam diariamente”, lamenta o deputado do Novo.

O levantamento verificou, ainda, que o TJ, historicamente, tem orçamento maior do que a Secretaria de Educação para obras e reformas. “O Tribunal de Justiça conta com um orçamento altíssimo e tem a possibilidade de construir prédios luxuosos, mas isso não reflete as prioridades da população, que é quem paga a conta”, finaliza o parlamentar.



1 comentário

  1. O Brando

    Aparentemente gastou, mas a fonte de receita não deve ser a mesma. TJ utilizou muito tempo os depósitos judiciais, aproveitava o spread entre a taxa legal e a taxa de mercado.

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