KISS. Elissandro Spohr pede, Tribunal acolhe e, para ele, júri não será em SM. Ministério Público recorrerá

KISS. Elissandro Spohr pede, Tribunal acolhe e, para ele, júri não será em SM. Ministério Público recorrerá

KISS. Elissandro Spohr pede, Tribunal acolhe e, para ele, júri não será em SM. Ministério Público recorrerá - kiss-joão-vilneiInformações (e texto) do G1, o portal da Globo, e foto de João Vilnei (Arquivo)

A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul determinou, na tarde desta quarta-feira (18), que o júri de um dos sócios da boate Kiss, Elissandro Spohr, aconteça em Porto Alegre. Um incêndio na casa noturna, em janeiro de 2013, causou a morte de 242 jovens.

O subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Marcelo Dornelles, disse que o Ministério Público irá recorrer da decisão.

“O MP tem uma posição firme de que o julgamento tem que ser integral em Santa Maria, com todos os réus. A decisão de desaforar para um só é inusitada. Nós já conversamos com os promotores do caso e com os procuradores de Justiça que atuam perante esta Câmara, e estamos encaminhando, assim que tiver intimação, recurso dessa decisão”

O pedido de desaforamento foi feito pela defesa do réu, que alegou a necessidade de garantia da ordem pública, da segurança de Spohr e a imparcialidade dos jurados.

A divisão processual dos outros três réus foi negada. Marcelo de Jesus dos Santos, da banda que se apresentava no local, Mauro Hoffmann, sócio da boate, e o produtor Luciano Bonilha, serão julgados em Santa Maria.

As novas datas dos julgamentos ainda não foram definidas, segundo o TJ.

Antes desta mudança, o juiz Ulysses Louzada, de Santa Maria, havia marcado duas datas para os julgamentos: 16 de março de 2020 iriam ao banco dos réus Marcelo e Mauro. Já em 27 de abril, seriam julgados Elissandro e Luciano.

Em outubro, a Justiça negou uma liminar do pedido do Ministério Público do Rio Grande do Sul para realizar o julgamento dos réus em uma sessão apenas.

Os réus responderão pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe e emprego de fogo, asfixia ou outro meio insidioso ou cruel que possa resultar perigo comum, consumado 242 vezes e tentado 636 vezes.

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