RETROSPECTIVA 2019. Recuo (estratégico?) de Leite para reforma que afeta servidores, a 9ª nota mais lida

RETROSPECTIVA 2019. Recuo (estratégico?) de Leite para reforma que afeta servidores, a 9ª nota mais lida

RETROSPECTIVA 2019. Recuo (estratégico?) de Leite para reforma que afeta servidores, a 9ª nota mais lida - retro-9

Governador retirou o regime de urgência para votar praticamente todo o pacote. Decisão veio após papear com bancada do MDB

A bancada do MDB foi decisiva, consta, ainda que outros partidos governistas também tenham manifestado a mesma preocupação. Mas o fato é que na noite de 16 de dezembro, segunda-feira, o governador Eduardo Leite decidiu mandar para o próximo ano a discussão da maior parte dos projetos que mudam radicalmente a relação do Estado com seus servidores ativos e inativos.

Foi exatamente a nota acerca desse recuo (a ideia era votar tudo neste mês) que se tornaria a 9ª nota mais acessada do ano no www.claudemirpereira.com.br. Se você quiser relê-la, aqui está:

“FLASH. Pressão leva o governador a recuar e (quase) todo pacote do funcionalismo fica para o próximo ano

Da Redação do site do Correio do Povo, com foto de GUILHERME MANSUR (Palácio Piratini)

A maior parte do pacote de reformas administrativas e previdenciária do Estado, proposto pelo governador Eduardo Leite, deverá ser votada em caráter de convocação extraordinária pela Assembleia Legislativa em 2020. O governador vai retirar, após reunião com líderes das bancadas, o pedido de urgência  destes projetos, que envolvem principalmente o que alterava a carreira dos professores e militares.

A decisão ocorre após a bancada do MDB, a maior entre os aliados, anunciar que preferia deixar a análise das propostas para 2020. Assim, apenas o PLC 503/2019 deverá ser apreciado amanhã. No início da manhã, em série de entrevistas, o governador disse estar confiante na votação e disse que não havia solução simpática para as mudanças necessárias no Estado.

O pacote é composto por oito projetos, sendo um Projeto de Lei; seis Projetos de Lei Complementares; e uma Proposta de Emenda à Constituição. Com a exceção da PEC, todas as demais propostas tinham regime de urgência, o que obriga…”

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